Divulgue o Futebol de Mesa

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Sexta Bola - Gol neles...


  • TORNEIOS | LM1 - Masters se destacando
    Foram no total:

    6 acessos, 2 permanências, 5 rebaixamentos e 1 ausência.

    Na Série D, destaque para os estreantes Vinícius e Wagner Felipe, ambos começaram o ano com a mão direita, garantindo acesso à Série C, Vinicius campeão invicto e Wagner terminou em 4º.

    Na Série C, os masters do SB fizeram bonito, Nelson Forbeck e Paulo Roberto Duleba, garantiram o acesso à periferia da elite (B) em 3º e 4º lugar respectivamente, Pedro Henrique se manteve na Série em 5º e Fernando Prólico acabou amargando o rebaixamento terminando em 8º, Almo do CC foi o campeão.

    Na Série B, assim como na C, os masters se destacaram, Marco Antônio e Rubão, se garantem na Premier, também com 3º e 4º lugar, Leandro e Daniel caíram para a C em 7º e 9º lugar, Gilberto do CC foi o campeão.

    Na Série A, domínio total do CC como se esperava, Denis "O Minduim", sem "amendoinzar" superou seus "compatriotas" Rogério e RoberTRInho e faturou o caneco, Prof. Dalla Stella garantiu a permanência entre os 10 terminando em 6º, Nicolazzi que já tinha até locado imóvel na Série A e o glorioso André Leal não tiveram a mesma sorte e foram tirados de órbita e disputam a próxima etapa na Série B.

    Contabilizados os resultados, o desempenho foi bom, o saldo foi positivo e nas duas principais Séries o DPII/SB mantém para a próxima etapa, o mesmo número de participantes da 1ª, e nas séries seguintes, houve uma evolução, onde já teremos 5 atletas na C e apenas 2 na Extra. 

    Série Extra: eram 3, serão 2;
    Série C: eram 4, serão 5;
    Série B: eram 4, serão 4;
    Série A: eram 3, serão 3.

    Parabéns ao Clube Curitibano pelo título das 3 principais séries e a todos os seus atletas, assim como aos demais clubes e participantes.

    Destaque mais que justo aos nossos atletas masters que conseguiram excelentes resultados (5 acessos e 1 permanência) demonstrando muito empenho e dedicação já no início da temporada.

    Agradecimento especial a todos os atletas do Sextabola pela participação na primeira etapa, com certeza ainda vamos melhorar em muito esses números  e acima de tudo, continuar mantendo o ambiente amigável entre todos os participantes.

    Gol neles...


  • 14 de fevereiro - Dia do Botonista
    Parabéns a todos os meus amigos e a todos os botonistas do Brasil, comemorem esta data com muitos gols, como sempre.

    Gol neles...


  • NOTÍCIAS | O "BID" do DPII/Sextabola
    Atletas inscritos pelo Clube para a temporada 2012:


    Sub-18
    • PEDRO Henrique Geronasso

    Adulto
    • ANDRÉ Luis da Rosa LEAL
    • DANIEL Küster da Costa
    • LEANDRO Pareja Borges
    • Fernando PRÓLICO Szpyra
    • Luiz "RICARDINHO" Machado
    • VINICIUS Raul de Oliveira

    Master
    • Carlos Alberto DALLA STELLA
    • MARCO ANTONIO Coelho
    • Nelson Gobert Freitas FORBECK
    • Luiz Henrique NICOLAZZI
    • Paulo Roberto DULEBA "PRD"
    • Rubens "RUBÃO" Bittencourt
    • WAGNER Felipe da Silva


    As novidades são as chegadas de Vinicius "Barbosa" na categoria adulto, Marco Antonio (Racing-PR) e Wagner (Santos-SP) na categoria master.

    Desejamos boas vindas a todos os novos atletas e contamos com o apoio de todos, para fazermos de 2012 um ano de excelentes resultados.

    Gol neles...


  • COLUNAS | 2012 – O ano em que faremos contato

    Com um calendário borbulhando de competições ao longo do ano, a temporada promete ser a mais eletrizante e motivadora dos últimos anos, Copa do Brasil em Pernambuco, Brasileiro Individual em Curitiba, Nacional de Equipes em São Paulo e de Masters, também na capital paranaense. 

    A cereja do bolo, o Campeonato Mundial do Rio de Janeiro, idealizado e concebido no formato mais democrático possível, atende às necessidades de todos os atletas, qualquer um que esteja devidamente filiado a uma das federações estaduais terá a oportunidade de tentar passar pelo funil regional e garantir a vaga em um qualifying digno de um Grand Slam, para os que sobreviverem entre os melhores, “late check out” no hotel na Cidade Maravilhosa por mais dois dias e a chance de representar o Brasil no Rio de Janeiro e entrar para a história do esporte.
    O futmesa era um paciente em estado terminal, mas mesmo na UTI recebia diversas visitas diariamente. Tudo isso fez com que o quadro clínico apresentasse ligeira melhora, mas segundo os especialistas, o estado apesar de estável, ainda é crítico.
    Mas não dá pra falar em 2012 sem citar a turma da “caixinha”, enfim teremos uma temporada inteira do dadinho 9x3 sob a “outorga” da CBFM como regra oficial, para quem desdenhava, um alerta: nem só da bolinha viverá o botonista, para quem desconfiava, um sinal: a casa do futmesa tem muitas moradas e para quem acreditava, uma certeza: a cada um será dado conforme suas obras.
    Para finalizar, as adequações da 12 toques, depois de ouvir e ler o comentário de dezenas de botonistas de todo o Brasil, me sinto na obrigação de dar o braço a torcer e aceitar que as mudanças são justas, se serão benéficas, o tempo dirá, tive a felicidade de debater estes temas com “experts” no assunto:
    Em relação ao gol contra, acredito que ainda resida certa dúvida, tendo em vista que enquanto estiver em movimento, a bola está em jogo, e entrando na meta, é gol, ou não? Parece contraditório, mas depois de aceitar que a falta técnica traz justiça à essência proposta pela regra, num todo (a alternância de posse de bola) hoje, até aceito que tomar um gol ao chutar uma bola contra o gol adversário deixa de ter um pouco de nexo, apesar de interferir em quase nada na dinâmica do jogo (sem deixar de poder decidir uma partida). A mudança na movimentação do goleiro na minha ótica é apenas um ajuste e deve passar desapercebida no decorrer da temporada.
    A partir dessa nova leitura, enxergo a situação de forma diferente, todos sabem que sou a favor de um futmesa mais próximo à realidade do futebol, nada mais óbvio de se esperar do futebol de mesa, todavia percebo a resistência daqueles que se adaptaram a regra como ela é, e neste ponto, acredito que a saída, é a construção de uma nova regra, com uma ESSÊNCIA diferente, mais estratégica, mais tática, e também, menos objetiva, e que esta “nova regra” siga a trilha do dadinho 9x3 e caso seja de interesse dos próprios botonistas, atenda as determinações da CBFM e torne-se futuramente, uma regra oficial também.
    Minha convicção de que era necessário mudar foi tomada pela minha certeza de que é preciso evoluir.
    Para começar 2012, espero que está postagem marque os 25.000 acessos do blog, desde a sua criação, os Clubes e Federações que desejarem divulgar seus links na web aqui no blog, façam contato, são todos bem-vindos.
    Todos prontos? Valendo...
    Gol neles...


  • NOTICIAS | 6ª Etapa da Liga Metropolitana
    No último sábado, foi realizada a 6ª Etapa da LM, a primeira em solo Pontagrossense, e contando com a participação de 28 atletas da Liga, divididos em 4 Séries, e o desempenho dos atletas do SB foi o seguinte:

    Série Extra: Paulo Roberto Duleba conquistou o título e o acesso à Série C.
    Série C: Pedro Henrique terminou em 4º e garantiu o acesso à Série B, Prólico e Luiz (ausente) foram rebaixados para a Série Extra.
    Série B: Rubão em 4º garantiu o acesso à elite, Prof. Dalla Stella em 5º, se manteve na B e Leandro e Forbeck, ambos ausentes, caíram para a C.
    Na Série A: Nicolazzi garantiu-se na elite terminando em 6º, André Leal (7º) e Daniel (ausente) disputarão a Série B na última Etapa de 2011.

    Parabéns a todos os campeões das Séries, ao pessoal de Ponta Grossa pela organização do evento e a todos os atletas que estiveram presentes.

    ___________________________________________________

    O Sextabola, a partir de hoje, deixará de ser atualizado como de costume, o espaço será mantido assim como todos os conteúdos já postados estarão disponíveis para acesso. 
    Aproveitamos a oportunidade para agradecer os quase 25.000 acessos e 2000 comentários acumulados nos últimos 2 anos, nas mais de 120 postagens publicadas neste espaço.
    Encerramos este trabalho absolutamente satisfeitos com os resultados alcançados e cientes de que nosso papel e responsabilidade de apoiar o desenvolvimento do futebol de mesa neste período, foram cumpridos da melhor forma possível.

    Um grande abraço e gol neles...


  • COLUNAS | O Sul-brasileiro e um novo Calendário
    Retomando a natureza investigativa e democrática que o Sextabola sempre teve desde sua criação, trago para debate, alguns assuntos que julgo de suma importância para o futmesa do PR. Aos amigos de outros estados, vou pedir desculpas, pois este tópico está direcioando ao ambiente paranaense, ainda assim, aqueles que se sentirem a vontade em participar da troca de idéias, não exitem em comentar.
    Em resposta ao Presidente da FPFM, através de email, já expus meu ponto de vista sobre o assunto, mas aproveito a abrangência que o blog tem, para compartilhar com todos os leitores, algumas sugestões, pura e simplemente com o objetivo de enriquecer a análise e, quem sabe, lapidar de forma mais eficiente, as propostas que apresentarei a seguir.
    Primeiramente, falemos do Campeonato Sul-brasileiro, até onde sei, este torneio já foi realizado anos atrás, então a idéia aqui não é reinventar a roda, mas sim resgatar algo que, por algum motivo, se perdeu no tempo.
    Muitos já devem estar cientes de que é política da CBFM ampliar o número de sedes de todas as próximas competições nacionais, com isso, a cada ano teremos um rodízio envolvendo todas as Federações que estejam aptas e que tenham interesse e condições para realizá-los. De minha parte, acredito que torneios como a Copa do Brasil, que mobilizam um número menor de participantes e que, normalmente envolvem apenas os melhores rankeados de cada estado, botonistas que investem recursos financeiros no futmesa de alto desempenho, sejam um perfil de competição mais adequado à este rodízio mais amplo, e que a realização do Campeonato Brasileiro, deveria ficar restrita aos estados de SP, RJ e PR, mas essa é só a minha opinião, reconhecemos o empenho da CBFM em apoiar as Federações que estão se estruturando, e apesar de não acreditar que o C. Brasileiro sirva como ferramenta de promoção do futmesa, acho válida essa conduta uma vez que Itajaí e Poços de Caldas foram exemplares na organização dos últimos torneios e esse, não é o problema.
    Em 2012, Curitiba sediará o Campeonato Brasileiro Individual, quando será a próxima vez? talvez daqui a 5 ou 10 anos, a maioria absoluta dos botonistas arca com as suas próprias despesas para participar dessas competições, hoje, a quantidade de vagas não chega a ser problema, quem quer ir, vai, ou melhor, quem pode ir, vai. E a tendência é que o custo para participar dessa competição (levamos em consideração apenas o C.BR pois tanto a Copa do BR quanto os torneios de Equipes são limitados a apenas um grupo de atletas) aumente nos próximos anos, além obviamente da disponibilidade de tempo dos atletas, o que nem sempre está sob a nossa vontade.
    Pois bem, um torneio Sul-Brasileiro, poderia se fortalecer a medida que mantém o "glamour" que o Campeonato Nacional possui, mas com um custo x benefício muito mais atraente. Outro detalhe importante, considerando apenas a participação de atletas do 3 estados, PR, SC e RS, o rodízio entre as sedes seria muito menor: Curitiba, Londrina (L.U.), Ponta Grossa, Itajaí, Florianópolis, São Bento do Sul, Caçador, Joinville e Passo Fundo, citando todos os pólos de 12 toques da região (me perdoem se esqueci algum), obviamente nem todas essas Cidades viriam a ser sede, o que não faz muita diferença na análise tendo em vista que apenas em alguns casos, o fator geográfico seja realmente relevante. Desta forma, num período não muito extenso de tempo, cada Federação teria a oportunidade de organizar o Torneio, facilitando assim, o acesso de seus botonistas a uma competição de grande porte.
    O próximo ano, para o PR, será um ano atípico, primeiramente em função da realização do Campeonato Mundial (só elogios a CBFM), que apesar de ser realizado em SP, mexerá com o Brasil inteiro. Além disso, Curitiba será sede do próximo BR Individual, não seria uma excelente oportunidade para que os estados do Sul se mobilizem para coroar este ano como um dos melhores da história do nosso futmesa?
    Para isso, entretanto, será necessário adequar o nosso calendário a esta nova realidade, hoje, jogamos 7 Etapas das Ligas (já foram 8), na minha ótica, joga-se demais este tipo de torneio, talvez 4 etapas ao ano fossem suficientes para atestar a competência técnica dos botonistas com uma margem de erro mínima, além é claro, de valorizar ainda mais os 2 Torneios Estaduais, em função da quantidade de pontos em disputa. Muitos talvez digam: mas vamos jogar menos ainda? Eu respondo: não, podemos jogar até mais do que jogamos hoje, o que diminui é apenas o compromisso. A obrigação de participar fica restrita a poucas oportunidades, abrindo espaço para as competições alternativas. Além das Taças das Cidades e outros torneios que possam vir a serem realizados, ganham força nesse contexto a Copa Fênix dos meus grandes amigos da Liga União (http://fenixfutmesa.blogspot.com/), a Copa Rock (http://rockcopa.blogspot.com/), dos meus chapas da Liga Metropolitana, além da consagradíssima Copa Pastel e do Ranking do D. Pedro II, quem sabe daí não sai uma "Copa dos Campeões" (pra que dar a idéia)?
    Pra terminar, vou pegar no pé dos meus amigos da FPFM, eu aceito que este formato de disputa das Ligas seja o mais justo, que o melhor sempre ganha e que valoriza a regularidade e tals, mas pra mim, tá ficando chato, perde-se a motivação muito facilmente em função de que o grau de dificuldade para permanecer a Série principal é altíssimo, e com isso, a dificuldade de brigar por alguma coisa na temporada fica reduzida à ganhar medalhas nas Séries inferiores, minha sugestão é que as Etapas passem a serem dipsutadas no formato de "Taça". Por dois motivos, em primeiro lugar, independente de sua colocação no ranking ou do seu desempenho na etapa anterior, todos os atletas entram na competição com a mesma chance (ou oportunidade), e pode-se buscar "um lugar ao sol" durante o ano todo. Outro motivo relevante é que a interdependência das etapas em função do acesso e descenso é demasiadamente cruel com o botonista. Muitas vezes somos obrigados a nos ausentar das competições e uma única falta praticamente destrói toda a temporada.
    Conto com a participação de todos.

    Gol neles...


  • NOTICIAS | Futmesa no Mato Grosso do Sul
    Recentemente, garimpando informações sobre o futmesa na internet, caí numa reportagem do Globo Esporte sobre o futmesa no Mato Grosso do Sul, surpreso duplamente, pois dificilmente o nosso esporte consegue reconhecimento e espaço nos grandes veículos, e também em função de nem imaginar que no Mato Grosso do Sul, o futmesa existisse.
    Lendo a reportagem, é possível conhecer bastante sobre o ambiente do futmesa no MS e de que forma ele vem sendo pensado e organizado por um grupo de botonistas.
    O MS hoje, já conta com uma Associação "SOBOTOMS" e, apesar de ainda estar engatinhando nas questões organizacionais, mostra muita iniciativa para desenvolver o esporte naquele estado.

    No mesmo dia, acessei o blog da Associação para entrar em contato com o pessoal de lá e tentar, de alguam forma, ajudar a promover o futmesa "onde quer que ele esteja". Mais uma surpresa, ao acessar pela segunda vez, na manhã de hoje, esperando que alguém tivesse lido o meu comentário, já me deparei com um banner do SEXTABOLA, escancarado num dos posts do blog, assim como o de outros amigos do futmesa, como por exemplo o FutmesaBrasil, administrado pelo glorioso Glauco Alan.
    Momento de alegria ao ver o Conceito Sextabola ultrapassando mais uma fronteira estadual, desde já coloco o Sextabola à disposição da Sobotoms, para organizarmos uma reportagem especial, com mais detalhes sobre o mundo do Futmesa MS.

    Para ler a matéria do Globo Esporte, acesse:
    Para conhecer a Sobotoms, acesse:
    Para conhecer o Futmesa Brasil, acesse:

    Gol neles...


  • ENTREVISTA | Almo e a Conquista do Dadinho
    O Dadinho 9x3 está virando regra oficial, reconhecida pela CBFM, em poucos anos, o trabalho de desenvolvimento da modalidade gera frutos impressionantes.
    Conversamos com o Gestor da modalidade no Paraná, membro da Comissão Nacional que comanda a regra no Brasil, Almo falou um pouco sobre o atual momento do Dadinho e as perspectivas de futuro, confira:



    1- Temos acompanhado a evolução da modalidade dadinho nos últimos anos, o que ainda falta para que ela seja reconhecida como oficial, pela CBFM?

    Ela será reconhecida em 2012, ou seja, este é o último esforço que temos que fazer para que os Estaduais em pelo menos 5 Federações sejam disputados e o Campeonato Brasileiro tenha representatividade de pelo menos 5 Estados.

    2- Sabemos que sua participação foi muito além das fronteiras paranaenses, como está o dadinho em nível nacional? Quais foram as maiores dificuldades na implantação da modalidade, considerando as diversidades regionais do futmesa?

    Faço parte da Comissão Nacional do Dadinho e estou a par de todos os movimentos que estão ocorrendo e que envolvam a modalidade. Quando aceitamos o desafio, realmente tivemos papel fundamental, pois se contavam apenas 3 Estados que jogavam dadinho e a necessidade por determinação da CBFM era de 5 para que se iniciasse o processo de oficialização. Então PR e SC foram determinantes para esta realidade que hoje vislumbramos. Tivemos este ano o 1º Campeonato Pernambucano, a disseminação da modalidade nos Estados de MG e SC, onde somente grupos pequenos jogavam e neste final de semana o 1º Paulista de dadinho. A aproximação com o Farah (Pres. Da CBFM) e a orientação e boa vontade do mesmo, foram fundamentais para driblarmos as dificuldades que surgiram. A principal foi a aceitação dos paulistas. Novas frentes estão pipocando no Espírito Santo, no Maranhão, em Mato Grosso e no Piauí, onde nem a 12 toques se faz presente.

    Pessoalmente apesar de uma certa dificuldade inicial, só tenho a agradecer pelo apoio que tive dentro do meu Clube, contando com a ajuda principalmente do Gilberto e do companheirismo do Nilson, que sempre estiveram juntos em tudo que fizemos. Também dos dirigentes tanto da Liga Metropolitana e da Federação Paranaense, que me deram o aval e apoio para oficializarmos nosso movimento.

    3- Carinhosamente chamo a modalidade dadinho de “pelada do futmesa” pelo ambiente mais descontraído da disputa, também pela característica dos times não serem necessariamente padronizados, e pela dinâmica e duração das partidas, lembro de ter visto o dadinho sendo apresentado durante várias competições da 12 toques e pude perceber a receptividade positiva dos botonistas. Você acredita que estes elementos são realmente facilitadores para que o dadinho se consolide definitivamente?

    São fatores que realmente tornam a modalidade atrativa e a regra foi mudando para encampar estas situações. Particularmente me sinto mais leve quando jogo dadinho e sinto menos pressão. Em relação à regra, posso adiantar que teremos de maneira experimental no próximo ano a mudança na saída de bola, ficando com a mesma opção que temos na 12 toques, ou seja 5 botões a frente posicionados e os outros 5 livres.

    4- No Paraná, boa parte dos praticantes do dadinho estão se dedicando exclusivamente a esta modalidade, e muitos deles, foram apresentados ao futmesa através do dadinho, podemos dizer que esta modalidade seria um “portão de entrada” para o futmesa, atraindo novos praticantes? O que difere o dadinho das outras modalidades neste sentido?

    De certa maneira sim, apesar de que ainda temos alguns que não querem se federar e também não querem se adequar a regras impostas, preferindo o leva-leva. Há o caso de cariocas que jogaram dadinho na infância e que quando retomam, abraçam fortemente a causa. Temos dois novos em Curitiba que já se federaram, estão treinando 2 x por semana no D.Pedro II, um deles entrou para o Bangu e o outro para o Curitibano pois é sócio.

    E também o que difere o dadinho além da dinâmica de ataque e contra ataque, é o fato de nivelar a princípio mais um jogador iniciante ou o que não tenha tanta habilidade, com jogadores mais tarimbados e habilidosos, pela dificuldade em marcar gols. Cito como exemplo o futmesa no Clube Curitibano, lá eles tem receio de jogar com o nosso grupo, que é muito experiente e também de jogar com a bolinha, de difícil controle para quem está iniciando. O dadinho não assusta tanto, é a princípio mais fácil de controlar e até pegar o jeito basta você saber arrumar bem o goleiro para não ser goleado.

    5- Acreditamos que a diversidade de modalidades e regras, só pode ajudar o futmesa, além de preservar a história e a cultura do esporte, as várias modalidades juntas, além de fortalecerem o futmesa, podem disponibilizar diversas alternativas de prática, conforme o interesse e a expectativa do praticante. Como você percebe está relação entre modalidades? Porque existe tanta resistência por parte dos botonistas, em relação à outras modalidades?

    É a tal zona de conforto, se você está estabelecido, não se interessa por novidade ou por variedade. Além de que existe uma idéia mal formada em alguns botonistas de que vai perder a mão se jogar dadinho ou outra modalidade, o que discordo totalmente, pois a bola de jogo é outra e o material de jogo é bem diferente, sendo que o cérebro só tem a ganhar com a diversidade.

    6- Em 2012 teremos um Mundial de 12 toques e sectorball no Brasil, de que forma o dadinho pode aproveitar este evento para se fortalecer nacionalmente e quem sabe, internacionalmente?

    A princípio temos que nos alegrar pelo fato de que seremos já em 2012, considerados como regra oficial, continuando a nos fortalecer nacionalmente, para depois ganharmos o mundo.

    Como mensagem final, gostaria de conclamar a quem tiver interesse em praticar esta modalidade, que o faça, me procurando ou a alguém que esteja envolvido, a adaptação é rápida, apesar de que o material é um pouco mais caro, damos um jeito e mais importante ainda é apresentar o dadinho para iniciantes, pois está comprovado que há mais facilidade e interesse imediato para quem inicia nesta modalidade.

    Agradeço ao Almo pela disponibilidade em atender ao Sextabola, sendo botonista praticante do dadinho, só posso agradecer a todos que de alguma forma contribuíram para este sucesso.
     
    Gol neles...


  • COLUNAS | O PIB do Futmesa
    O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer seja, países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região.

    Seguindo a linha do blog de utilizar análises adaptativas, vamos utilizar o conceito do PIB, que na verdade poderia perfeitamente ser calculado para o futmesa, você já deve ter ouvido a expressão “tal atividade representa tantos % do PIB”, mas aí entraríamos em um nível de suposição absurdo, que não nos levaria, por hora, a lugar algum, mas que se feito da forma correta, poderia sim, nos trazer indícios importantes para uma “leitura” realista sobre o futmesa.

    O PIB utIliza os “bens e serviços produzidos” porque quem produz pensa em vender, transformar capital em bem, e bem em capital, e assim, gerar riqueza, realimentando o ciclo. Desta forma produzir significa colocar à disposição, através de investimento, e essa ação, está condicionada a expectativa de venda (utilizando-se de todas ou alguams das ferramentas empresariais) o produtor se baseia na capacidade de absorção daquele mercado ao volume de oferta de produtos, na prática, ninguém produz mais, sabendo que não vai conseguir vender. E é esse indício, que é utilizado para calcular o PIB.

    Nosso objetivo é mais humilde, vamos fazer a conta direta, não do quanto se produz, mas do quanto se consome, direta e indiretamente com o futmesa, para termos uma idéia, bem básica, do “poder do nosso mercado”.

    Parto do exemplo paranaense para iniciar este cálculo. Hoje, a nossa Federação conta com 74 (42 adultos, 18 master, 14 subs) botonistas federados e “rankeados”. Estes atletas para participarem regularmente do circuito paranaense investem R$ 50,00 em anuidade da Federação, mais R$ 10,00 mensais, repassados integralmente as Ligas Metropoliana e União (cobrados em 10 parcelas em 2011 em função do calendário que começou em fevereiro e irá terminar em novembro, ponto para as Ligas), R$ 30,00 para disputar cada uma das duas competições Estaduais realizadas por ano, uma pela Liga Metropolitana e outra pela Liga União. Até aqui foram (50,00 + 100,00 + 60,00) R$ 210,00 de investimento individual.

    Desta forma teríamos (210,00 x 74) R$ 15.540,00 arrecadados pela FPFM, para a gestão do futmesa paranaense, somando-se as duas Ligas que administram, na prática, o futmesa do Paraná. Além desse valor, cada clube filiado a Federação desembolsa R$ 150,00 à título de filiação e despesas para a realização do torneio estadual de Equipes, hoje temos 12 clubes filiados, 6 em cada Liga e assim, teríamos mais (150,00 x 12)R$ 1.800,00 que somados aos R$ 15.540,00 perfazem um total de R$ 17.340,00, por ano. A este valor podemos somar ainda o custo de deslocamento e hospedagem dos atletas nas competições estaduais fora de suas Ligas, e nesse caso, vamos considerar um preço médio (bem otimista) de R$ 200,00, assim teremos mais (200,00 x 74) R$ 14.800,00.

    Com isso temos uma movimentação financeira no futmesa do Paraná (considerando apenas a modalidade 12 toques) de R$ 32.140,00.

    Não paramos por aí, num levantamento básico, sem a intenção de fazer demonstrações financeiras mas, apenas a título de ilustração, podemos também considerar que os atletas paranaenses investem para participar das competições nacionais, aproximadamente R$ 800,00 por competição (Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Brasileiro de Equipes e agora, Brasileiro de Equipes Master – excelente iniciativa), já consideradas as taxas de inscrição. O Paraná leva a cada uma das dessas competições, em média, (30 para o Brasileiro, 8 para a Copa do Brasil, 30 para o BR Equipes e provavelmente 5 para o BR Master) 73 atletas. Aqui não vamos considerar a sede desses torneios, e usaremos um valor de referência considerando os meus gastos médios nas últimas competições que participei (SP e RJ). Dessa análise então, podemos chegar no valor de (800,00 x 73) R$ 58.400,00.

    Finalizando o raciocínio, os botonistas do Paraná, somente na modalidade 12 toques, injetam (32.140,00 + 58.400,00) R$ 90.540,00 por ano, em produtos e serviços consumidos sob a justificativa da prática esportiva, surpreendente? Vamos tornar esta análise ainda mais real?

    A Federação Paranaense conta hoje com 23 atletas federados e “rankeados” na modalidade dadinho, em relação as taxas pagas à Federação, teríamos que somar apenas valores referentes à competições estaduais, visto que, a anuidade e as mensalidades pagas pelos atletas no decorrer do ano são rateadas proporcionalmente por modalidade, em função do número de atletas. Vamos considerar então, para este cálculo (30,00 x 23) R$ 690,00. Ainda assim, os atletas do dadinho investem proporcionalmente, os mesmos recursos que os atletas da 12 toques (muitos deles são os mesmos atletas, praticando ambas as modalidades) para as disputas nacionais, para facilitar este cálculo vamos utilizar a proporção (23/74 = 0,31), assim teremos: 58.400 x 0,31 = R$ 18.104,00.

    E assim, definitivamente, fechamos as contas paranaenses com (90.540,00 + 690,00 + 18.104,00) 109.334,00. Bela grana hein?!?! Quer mais??

    Conheço alguns botonistas mais impulsivos, que compram times todo mês, outros que compram 4 ou 5 times de uma vez só, mas a maioria não é tão ousada, vai no feijão com arroz, e talvez não passe de 2 times novos por ano. Então vamos usar um valor de referência, considerando que os times de 12 toques partem de R$ 70,00 para os modelos mais simples. Vamos usar R$ 200,00 por botonistas, tendo em vista que além dos times nós, muitas vezes, precisamos investir em outros equipamentos (mesas, traves, bolinhas, palhetas, flanelas e seus implementos, decoração, entre outros) acredito que R$ 200,00 por ano, por botonista, é um valor bem realista, nem tímido, nem ousado. Vamos aos cálculos: (200,00 x 73 = R$ 14.600,00). No dadinho, a brincadeira é bem mais séria, não são raras as negociações em que botões desta modalidade são vendidos a preços de um time inteiro da 12 toques. O dobro seria um valor justo? Na minha ótica sim, então: (400,00 x 23 = R$ 9.200,00).

    E aí fechamos, humildemente, as contas dos "investimentos técnicos" dos nossos atletas (somente do Paraná) em (14.600 + 9.200) R$ 23.800,00 por ano. Contabilizando, chegamos a R$ 133.134,00. Chega? Porque parou? Parou porque?

    E a prática do esporte? Vamos considerar que, na média, como sempre, um botonista pratique o futmesa 1 vez por semana. Eu sei que tem gente que joga todo dia, e sei que tem gente que simplesmente não treina, ou porque não quer, ou porque não pode, não importa, mas 1 treino por semana é uma média bem próxima da realidade. Quanto custa um treino? Deslocamento (transporte público ou combustível) aquela encostada no balcão da lanchonete no início da noite, uma cervejinha antes de ir embora, essa brincadeira custa quanto? R$ 5,00? R$ 10,00? R$ 20,00? Depende, mas considerando o preço da gasolina, dizer que se gasta R$ 10,00 por dia de treino não seria exagero, seria? Um ano possui 52 semanas, tudo bem, na semana do Natal ninguém joga (esse “ninguém” é força de expressão, se tiver mais 3, eu to dentro). Vamos lá (10,00 x 73 x 52) dá R$ 37.960,00, é!!!...achou que era menos né?!?!, eu também...

    Somando: R$ 133.134,00 + 37.960,00 = R$ 171.094,00 (cento e setenta e um mil e noventa e quatro reais).

    É claro que as realidades das Federações Estaduais espalhadas pelo Brasil são diferentes, os custos, os formatos, a participação e o número de atletas, mas este é só um cálculo ilustrativo.

    Quantas Federações temos no Brasil hoje, 11? R$ 171.094,00 x 11 = R$ 1.882.034,00, sem entrar nas outras modalidades reconhecidas e fortemente desenvolvidas em outros estados, essa conta vai muito além, acredito que se nos mobilizássemos para um levantamento preciso, esse valor chegaria facilmente a R$ 3 milhões, não tenho dúvidas.

    Todo esse dinheiro sai, a cada ano, do bolso dos botonistas espalhados pelo Brasil e vai para a CBFM, para as Federações, Ligas, fabricantes, prestadores de serviços, hotéis, postos de gasolina, restaurantes, companhias aéreas e terrestres de transporte, e ajuda a movimentar a economia no nosso país. A questão é: Temos essa noção? Poderíamos utilizar todo esse potencial ou essa força econômica de outra forma, mais eficiente, para que isso tudo fosse revertido em mais qualidade para o futmesa?

    Boas perguntas.

    Você leitor, contribua com informações sobre a realidade da sua região, a fim de tornar essa análise mais realista, você pode sugerir outra abordagem sobre o tema ou questionar os cálculos e valores utilizados. Particpe.

    Gol neles...


  • NOTÍCIAS | Forum FUtmesa
    Olá botonista,

    Neste momento, convidamos você a participar de uma experiência inovadora.




    Sabemos do amor que todo o botonista nutre pelo nosso esporte, este sentimento espalhado pelos 4 cantos do Brasil é, sem dúvida, o responsável por garantir a sobrevivência do FUTEBOL DE MESA por décadas, entre adaptações, evoluções e percalços deste caminho, o futmesa chegou ao Século XXI graças ao envolvimento sincero e comprometido de abnegados pelo esporte.

    Cientes disto e sabedores da importância do envolvimento de todos no sentido de garantir condições favoráveis ao desenvolvimento do nosso esporte, apresentamos o FORUM FUTMESA.

    Um espaço destinado ao botonista, destinado ao debate de todos os temas que fortalecem e enfraquecem o nosso esporte em todo o Brasil. O fórum está sendo criado com o objetivo de, utilizando o conhecimento de gerações de botonistas das mais diversas modalidades, elaborar um Plano de Trabalho que sirva como base para os gestores do nosso esporte, regional e nacionalmente.

    De que forma o botonista pode participar?

     Sendo um moderador do Fórum – participando da gestão e da coordenação operacional (esta atividade requer mais tempo, disponibilidade e paciência);
     Sendo um colaborador – contribuindo com o enriquecimento dos debates e ajudando com sua experiência e visão, a construir o futuro do futmesa;
    Sendo um parceiro – disponibilizando seu espaço na rede virtual para facilitar a participação do maior número de pessoas neste processo;
    Sendo um  participante – envolvendo-se nos debates nos diversos sites, blogs e redes sociais especializados no futmesa que estarão apoiando estas ações, através de enquetes, postagens e notícias relativas aos temas propostos;
    Sendo um promotor – ajudando a divulgar este trabalho para todos os interessados no fortalecimento do futmesa e incentivando a participação de outras pessoas;

    Para conhecer o FORUM FUTMESA basta acessar o endereço www.forumfutmesa.forumeiros.com, realizar um breve cadastro seguindo as solicitações do site e começar a participar.

    Os temas serão lançados seguindo uma metodologia que tem como foco, propiciar o debate objetivo e direcionado à construção do Plano de Trabalho.

    Contamos com sua presença.


  • COLUNAS | Sugestão de Adequações à 12 toques
    Diretrizes:

    Fortalecimento da defesa;
    Valorização do gol;
    Ampliação das possibilidades estratégicas;


    Ganhos esperados:
    1. Agilidade na arrumação dos times a cada saída de bola, em função do menor número de botões movimentados, e nos casos de tiro de meta, laterais ou escanteios, somente a defesa se rearma e com poucos botões;
    2. Aumento quantitativo e qualitativo, de estratégias e táticas, ofensivas e defensivas;
    3. Acredita-se que com as quatro mudanças combinadas, existe uma tendência de ocorrer um menor número de gols, tanto pela impossibilidade de chutar de longe, usando poucos toques, quanto pela necessidade de usar mais toques para ultrapassar a defesa, com isso, entende-se que naturalmente o gol tende a ser ainda mais valorizado durante as partidas;
    4. A dinâmica do jogo tende a ser mais estratégica do que atualmente e também um pouco menos mecânica e previsível, exigindo que cada jogador combine durante a alternância de posses de bola, eficiência ofensiva e defensiva, uma vez que uma se complementa a outra;

    O Chute a gol só será permitido quando a bola ultrapassar a linha da intermediária do campo ofensivo;
    Justificativa: Em função da condição passiva de quem defende, diminuir a área de chute possibilita ao defensor, um melhor aproveitamento dos botões na marcação, ao mesmo tempo, torna-se bem mais factível a marcação simultânea de chutes de média e curta distância, além de exigir do atacante mais requinte na confecção das jogadas;
    Objetivos:
    Diminuir a área de chute, tornando a defesa mais efetiva;
    Exigir do ataque, jogadas mais elaboradas para criar situações de chute a gol;

    Em cobranças de tiro de meta, lateral ou escanteio (em todos os casos, somente após o chute ao gol) somente quem irá defender tem o direito de reposicionar seus botões, limitado a mover para a defesa, apenas aqueles que, ao final da jogada que originou o tiro de meta, lateral ou escanteio (ao adversário) sempre após o chute ao gol, estiverem no campo de ataque. No caso de o jogador optar por manter alguns destes botões no campo de ataque, estes devem permanecer na mesma posição em que estavam ao final da jogada que originou o tiro de meta, sendo que aqueles que estiverem fora do campo de jogo, deverão ser recolocados dentro do campo na posição mais próxima da linha. 
    A recolocação dos botões no campo defensivo deve respeitar a distância de 8 cm (1 goleiro) para os botões do próprio time e para os botões do time adversário. Quando algum botão que não tenha sido posicionado pelo jogador estiver a distância inferior a 8cm, resultante da movimentação natural ocorrida na jogada anterior, o mesmo deverá ser mantido na posição em que está, o mesmo ocorrendo quando forem 2 botões do mesmo time.
    Justificativa:
    Ao tirar do “ataque” a possibilidade de se reorganizar, permitindo isso apenas à “defesa”, a marcação tende a ser mais eficiente, tornando possível, “cercar” determinadas zonas da mesa, onde o posicionamento dos botões de ataque, esteja em condição mais privilegiada.
    Além disso, limitar ao “defensor” apenas a movimentação dos botões do campo de ataque tende a tornar o posicionamento e a própria movimentação dos mesmos durante toda a partida, parte da estratégia de jogo de cada jogador.
    Objetivos:
    Possibilitar um maior número de variações estratégias, defensivas e ofensivas;
    Fortalecer os sistemas defensivos;

    Nas saídas do centro, no início de cada tempo de jogo, o posicionamento dos botões deve seguir os seguintes critérios:
    Defesa: cinco botões a frente da linha intermediária e 5 botões atrás da linha intermediária, guardada a distância regulamentar de 8cm entre dois botões;
    Ataque: cinco botões a frente da linha intermediária e 5 botões atrás da linha intermediária, sendo no mínimo, 2 botões dentro do circulo central (para efetuar a saída).
    Justificativa: Acredita-se que dificultando a marcação do gol, nas saídas de bola de início de cada tempo, existe uma tendência a fortalecer a questão estratégica das armações defensivas e ofensivas durante o transcorrer da partida.
    Objetivos:
    Possibilitar uma maior quantidade de variações táticas, defensivas e ofensivas;

    Nas saídas do centro, ocasionadas por gols, o posicionamento dos botões deve seguir os seguintes critérios:
    Defesa: os botões posicionados no campo defensivo, após a conclusão do chute a gol, deverão ser mantidos na mesma posição, poderão ser reposicionados todos os botões que estiverem no campo de ataque ou que estejam fora do campo de jogo, ao final da jogada resultante do chute, estes, podem ser posicionados em qualquer posição, desde que, no campo defensivo e guardada a distância regulamentar entre os botões(8 cm);
    Ataque: os botões posicionados no campo defensivo, após a conclusão do chute a gol, deverão ser mantidos na mesma posição, poderão ser reposicionados todos os botões que estiverem no campo de ataque, ao final da jogada resultante do chute. Para dar a saída de bola, exige-se que se tenha ao menos 2 botões dentro do círculo central. No caso de não haverem ao menos 2 botões no campo ofensivo para serem colocados dentro do círculo para a nova saída, o botonista que dará a saída poderá escolher entre os demais, colocados no campo defensivo, 2 botões para ocuparem estas posições, mantendo-se todos os outros nas posições em  que estiverem.
    Justificativa: A única diferença de posicionamento nas saídas de início de jogo para as saídas de gol, é que, em virtude da jogadas realizadas até a marcação do gol, vários botões foram movimentados, e neste caso, só poderão ser reposicionados, aqueles que estiverem no campo de ataque dos respectivos jogadores.
    A saída de bola do centro, atualmente, é a mais clara oportunidade de gol, considerando o posicionamento obrigatório de metade dos botões, na linha de frente, e a limitação do poder defensivo por apenas 5 botões. Se, em qualquer outro momento do jogo, o defensor se utiliza de todos os botões para defender, porque ao marcar o gol, situação em que deveria tirar vantagem, lhe é obrigado a defender com apenas metade do time? Obviamente, os cinco botões colocados além da linha intermediária, ajudam a compor o sistema defensivo mas, o fato de estarem sempre colocados na mesma posição (3 ao redor do círculo central e 2 nas pontas) torna-os praticamente nulos pois, qualquer jogada de saída de bola prevê a superação dos mesmos, como obstáculos a jogada.
    Objetivos: 
    Valorizar o gol, tirando da jogada de saída de bola, a iminência de uma nova jogada ofensiva, mais clara do que qualquer outra;
    Possibilitar uma maior quantidade de variações táticas, defensivas e ofensivas.

    Estas adequações se baseiam na atual regra de 12 toques, os textos em negrito são sugestões para possíveis adequações ao texto da regra.
    Na prática, as únicas alterações propostas são de fácil entendimento e absorção pelos botonistas: 
    1. Mudança do limite para o chute ao gol (da linha de meio campo para a linha intermediária);
    2. A alteração no posicionamento dos botões para as saídas iniciais de jogo, no 1º e 2º tempo (5 botões a frente da linha intermediária e 5 atrás, como é hoje, porém, sem posição definida);
    3. Reorganização exclusiva à defesa e limitada aos botões do ataque (fazendo com que ao defender, o botonista se organize já pensando em atacar, tomando o gol ou não e ataque, já pensando em defender, fazendo o gol ou não) e;
    4. Regra de reorganização (acima) passando a valer para todos os casos em que o chute ao gol resultar na saída da bola (tiro de meta, lateral ou escanteio) e não somente no tiro de meta, como é hoje e.

    O mais importante neste momento é testar as mudanças na prática e verificar seu impacto na dinâmica do jogo.
    Sugestões, críticas. alterações e correções são bem-vindas, visando melhor adaptar estas possíveis adequações.

    Gol neles...


  • COLUNAS | A Verdade sobre os 12 toques

    A posse de bola e o chute a gol, fundamentos combinados que determinam sucesso e fracasso.
    De onde se chuta é importante, mas mais importante é para onde se chuta.







    Daniel Kuster (Time Sextabola) uma vez me contou uma história, daquelas de mesa de buteco, que vendo uma entrevista do campeoníssimo Bernardo Rezende, ouvio-o dizer que o voleibol, por não ser um esporte de contato – entenda-se como um esporte onde o adversário não detém condições de evitar a sua progressão – exige um bom aproveitamento (relação sucesso / tentativa).

    É claro que o futmesa não é um esporte de contato, mas analisando o nosso esporte metaforicamente, é possível estabelecer esta relação. Apesar da similaridade entre as modalidades, as diferenças entre as regras fazem com que estas, desenvolvam características diferentes, considerando o número de toques e a dinâmica de movimentação dos botões, mais especificamente. Por exemplo, a regra de um toque, em função da alternância constante e rápida da posse de bola, permite e mais do que isso, exige, que cada botonista ao efetuar seu lance, esteja pensando nos movimentos seguintes, assim como num jogo de xadrez. Desta forma, estabelece-se uma ferramenta para evitar (ou tentar) as ações ofensivas do adversário. Na regra do dadinho, a movimentação exclusiva da defesa após a alternância da posse de bola, permite ao defensor, ainda que de forma passiva, organizar-se considerando o posicionamento dos botões na mesa, ao mover suas 3 peças para a “marcação”. Na 12 toques, ainda que a movimentação seja livre a cada troca de posse de bola (dentro do que permite a regra) ataque e defesa detém os mesmo direitos, sendo que o ataque ou o “possuidor da bola”, ainda usufrui da facilidade de movimentar seus botões, exercendo a sua jogada, e convenhamos, em 12 toques é possível fazer muita coisa.


    Com estes exemplos, é possível perceber que em cada modalidade o nível de interferência de quem defende, em relação a quem ataca, varia conforme as possibilidades que cada regra reserva, e esta interferência, é o que nos possibilita a “metaforicamente” considerar uma regra “de mais contato” que outra. Na regra de 1 toque, ainda que exista a alternância de posse de bola ( o que só não ocorreria, em qualquer regra, se ambos os botonistas executassem seus lances simultaneamente) o “contato” existe pois ocorre uma disputa por “circunstâncias favoráveis” a cada toque alternado, visando criar uma situação de gol.

    O contra ponto extremo deste contexto, seria a regra dos 12 toques, onde, mesmo depois de se organizar para defender, o defensor assiste seu adversário jogar, estabelecida a estratégia, o sucesso depende do erro do adversário. Há virtude na arrumação da defesa e do goleiro? Claro que há, conhecer os pontos fracos de oponente, buscar variações que tornem as dificuldades circunstanciais da partida (mesa, bola e tempo) mais aparentes e relevantes, são métodos eficientes para FORÇAR OU INDUZIR O ERRO, equivalentes ao saque forçado e ao bloqueio no voleibol, comparativamente.

    Essa realidade faz com que pensemos a “12 toques” como uma modalidade que exige o bom aproveitamento, um percentual alto de acerto em relação à quantidade de tentativas. Quem acerta mais, ou errar menos, ganha o jogo, tendo em vista que, na maioria dos casos, o número de chutes ao gol é equivalente entre os dois botonistas e, as vezes, mesmo tendo se chutado menos, pode-se fazer mais gols, tendo um melhor aproveitamento e vice-versa. Assim, a probabilidade de você fazer mais gols que o seu adversário passa diretamente pelo número de chutes que você precisa dar para fazer uma quantidade de gols maior que a do oponente.  Neste caso, se o seu aproveitamento é inferior ao dele, quanto mais tempo passar maior será diferença no placar (daí surgiu a catimba...kkk).

    Sendo assim, na “12” a eficiência (fazer o melhor com os recursos disponíveis) e a eficácia (atingir o objetivo proposto) são armas mortais, e para desenvolve-las é preciso treinar o chute e o toque de bola, fundamentos principais do futmesa.

    É necessário, para se ter um volume de jogo competitivo, e isso na prática significa transformar um percentual significativo das suas posses de bola em gols – pelas minhas contas grosseiras, os craques tem este percentual girando em torno de 80% - que se desenvolva a habilidade no toque de bola, para se conduzir a (nem sempre) redonda até o X na mesa, aquele lugar onde o chute é prefeito, ou no mínimo, julgamos que seja e, depois disso, “botá pra drento” como diria o boleiro.

    Qual a melhor posição de chute?

    Meu amigo Nelson Forbeck (Time Sextabola) diz que o chute de perto é mais fácil de acertar, citando-o: “por estar mais próximo do gol, percorre uma distância menor e tem menos chance de se desviar da trajetória pretendida”, não sou físico, e se algum deles quiser se manifestar sobre a veracidade de tal argumento, sinta-se a vontade mas, na minha opinião, o chute mais fácil de acertar é aquele que treinamos.
    O chute de perto, talvez seja o mais treinado, e por isso, o mais acertado, o fato é que para chutar de perto é necessário, impreterivelmente, levar a bola até perto do gol, e aí, o toque de bola torna-se absolutamente relevante. Agora lembro-me do glorioso Rogério, campeão brasileiro, me falando nos primórdios de 2007, quando iniciei minha carreira “profissional” no futmesa: “de nada adianta você treinar o chute daí (da cara do gol), se no jogo, você não consegue levar a bola até lá pra chutar”. Então, chutar de perto pode até se mais fácil, mas exige riscos calculados na posse de bola.

    O chute de média distância, segundo Robertinho, ultimamente conhecido como RoberTRInho, em função de uns joguinhos que ele ganhou essas dias, é o mais potente de todos, por ser ao mesmo tempo, mais difícil de ser marcado que o chute de perto, e mais fácil de acertar do que o de longe. Um bom chutador de média distância obriga seu adversário a adiantar a defesa, desguarnecendo sensivelmente a entrada da área facilitando o caminho para investidas mais ousadas.

    Também conheço o mito de que num jogo entre um chutador de longa distância contra um chutador de perto, o primeiro venceria, pois utilizaria menos toques para arrematar ao gol, utilizando menos tempo e correndo menos riscos além utilizar sua pontaria afiada, características dos carinhosamente apelidados de bicudeiros, para desestabilizar o adversário.

    A posse de bola e o controle do jogo

    Já dizia C.A. Parreira, campeão mundial de futebol pelo Brasil em 1994, e maior defensor da posse de bola: “enquanto a bola estiver comigo, só eu jogo, e só eu posso marcar gols”. O raciocínio é voltado para o futebol, mas vamos emprestá-lo ao futmesa temporariamente. Manter a posse de bola, significa comandar a partida, ganhando ou perdendo, quem detém a posse de bola é o “agente ativo” do jogo, e tem o poder de controlar o tempo, num ponto de vista mais fictício ou romântico.

    Saber associar as suas competências como botonista às circunstâncias do jogo, talvez seja a maior virtude do craque. Jogadores de que dependem de um único chute, seja de longe ou de perto, do meio ou da ponta, tendem a serem anulados (quando conveniente) e muitas vezes, a simples percepção de que o momento lhe exige uma abordagem diferente dentro do jogo, é o suficiente para criar sobre este botonista a atmosfera propícia ao erro. Saber usar isso é uma competência do craque, saber lidar com isso, também.

    No fim das contas, percebo hoje, que a eficiência e a eficácia, visando o aproveitamento, envolvem o treinamento de diversos chutes, atualmente trabalho com uma variedade de 8 posições diferentes, onde devo manter uma percentual de acerto confortável para enfrentar os meus adversários sendo competitivo contra a maioria deles. E a definição, passa pela análise das circunstâncias da partida. Chutar de perto, de longe, do meio ou da ponta, e quantos toques usar para armar essa jogada é uma decisão que deve ser tomada levando-se em consideração muitos elementos relevantes dentro da partida. Num jogo contra um adversário com um percentual de acerto muito próximo ao seu, chutar uma bola rápida (2, 3 ou 4 toques), num contra-ataque antes do sino tocar, pode representar um chute a mais dado a gol, e uma vitória por um gol de diferença. Mas de nada adianta tomar essa decisão se o seu chute de longa distância não for efetivamente eficiente e eficaz.

    E é aí que a combinação se torna determinante.

    Gol neles...


  • COLUNAS | As Regras e o Futmesa
    Assunto recorrente nas discussões sobre o nosso esporte, a diversidade e quantidade de regras difundidas e praticadas no futmesa, sempre estiveram entre as principais peculiaridades do nosso jogo.
    Tamanhas foram as suas capacidades de desenvolvimento regional que, na maioria dos casos, cada uma delas acabou se estabelecendo e se consolidando, com o passar dos anos, e algumas delas, hoje, são reconhecidas como modalidades.





    Há quem defenda hoje, uma unificação das regras, para tornar a prática do esporte mais homogênea em todo o país, fortalecendo e agregando os esforços em um foco específico. Entretanto, há também os que defendem a manutenção das regras, inclusive, reconhecendo-as todas, como modalidades oficias, desde cumpridas as devidas formalidades técnicas e administrativas.
    Cabe ressaltar, que se hoje temos tantas regras praticadas Brasil a fora, muito se deve ao fato de que o "jogo de botão" sempre possuiu um certo "caráter informal", assim como o próprio futebol da "várzea", onde cada um dita suas regras, e todas, valem-se mutuamente apenas das regulações básicas relativas ao esporte, mantendo assim, sua concepção original.
    Também é importante lembrar que, as principais diferenças estabelecidas entre as regras do futebol de mesa estão baseadas muito mais nas circunstâncias relativas à dinâmica do jogo - habilidades técnicas e estratégicas - do que meramente por terem sido constituídas em locais e momentos diferentes. Na maioria absoluta dos casos, as regras praticadas hoje, foram sofrendo adaptações que tinham como objetivo principal aprimorar a dinâmica do jogo, de acordo com as   características que cada modalidade preserva, e foi justamente este processo de aprimoramento, que fortaleceu a prática de cada modalidade ou regra.

    A pergunta que não quer calar: a diversidade de regras interfere no desenvolvimento do futmesa, e se interfere, ela é benéfica ou prejudicial ao crescimento do esporte como um todo? 
    Na minha modesta opinião, a diversidade de regras do futmesa é um legado cultural do esporte, talvez por terem sido criadas em diferentes locais e em função das dimensões continentais do nosso país, associadas a tardia mas efetiva "organização" do futmesa, todas as regras acabaram descobrindo um ambiente favorável ao seu desenvolvimento, e na maioria dos casos, de forma independente, umas das outras. E aí reside um dos grandes problemas referente á esta realidade: a aceitação à outras regras, por parte dos praticantes de cada uma delas.
    Talvez este seja o fator mais relevante, que impeça a diversidade de colaborar com a coletividade. Ou, numa análise mais objetiva, a percepção por parte de todos de que - seja jogado com bolinha,  pastilha, dadinho, disco, entre outros; seja dando entre 1 a 12 toques em cada jogada; seja jogando partidas de 20 a 50 minutos - está se praticando o futmesa.
    A iniciativa dos botonistas em se aprimorar em uma determinada modalidade (a que seja mais competível com suas expectativas e habilidades) tende a fazer com que este atleta centralize seus esforços e sua prática, a uma determinada regra/modalidade específica, e isto com certeza contribui também para que, em locais reconhecidos como pólos, onde se pratica uma modalidade, nenhuma outra consiga penetrar minimamente ao ponto de se desenvolver. 

    Seria esta a seleção natural das espécies? 

    Seria, se analisássemos uma regra/modalidade competindo com as demais, neste caso, de acordo com as variáveis de um determinado ambiente, uma regra (a mais forte e adaptada àquelas variáveis) ocuparia todo o território disponível ao futmesa, naquele ambiente, e neste caso, o tempo, seria um fator preponderante para diferenciar os "fortes" dos "fracos", e assim teríamos, em cada ambiente (regiões) uma espécie (regra) diferente "sobrevivendo" e se "desenvolvendo".
    Não seria, se analisássemos as regras/modalidades coexistindo em simbiose (da biologia: relação mutuamente vantajosa entre dois ou mais organismos de espécies diferentes). Na relação simbiótica, os organismos agem ativamente em conjunto para proveito mútuo, o que acarretar especializações funcionais de cada espécie envolvida.

    E de que forma vamos estabelecer a convivência entre as regras? 
    • Competitivamente? até que apenas 1 delas supere a todas as outras ou que todas sobrevivam dependendo necessariamente de seu ambiente original?
    • Cooperativamente? Uma modalidade agregando valor a outra, somando esforços e possibilitando que o próprio botonista escolha a modalidade que mais lhe atrai, dentro de um mesmo ambiente?
    A opção cooperativa exige que se tenha pensamento sistêmico, que se entenda que todas as coisas estão interligadas e que, principalmente, o TODO, é muito maior que a simples SOMA DAS PARTES. 
    Na prática, é perceber que uma PIZZA representa muito mais do que OITO PEDAÇOS DE PIZZA dentro de uma CAIXA DE PIZZA. E neste caso, o exemplo serve como exercício, só não pode acabar em pizza.

    O importante é o futmesa.

    Gol neles...



  • COLUNAS | TOP100 - As Piores Desculpas dos Botonistas
          
         
         Todo mundo já teve seus dias de pereba, mas assumir que a culpa é nossa é difícil. Mais difícil é ouvir certas pérolas do adversário, pra justificar o injustificável. Listamos 100 delas, que atire a primeira palheta quem nunca usou pelo menos uma delas. Se você conhece mais alguma, clássica ou pitoresca, ajude a completar a lista:




    1.       “...essa mesa é aquela né, eu saiba...”

    2.       “...shshshshs!!!!!tá atrapalhando ae...”

    3.       “...esse sol tá foda...”

    4.       “...frio do kct hein?! Tá foda de jogar...”

    5.       “...calor do kct!!!não consigo jogar assim...”

    6.       “...eu nem ia vir hoje...”

    7.       “...mulher dentro da sala é phoda, tira a concentração...”

    8.       “...com essa descaída não tem como jogar...”

    9.       “...vamos trocar a bolinha...”

    10.   “...tira as palhetas de trás do gol, faz favor...”

    11.   “...a mesa tá muito lisa...”

    12.   “...orra, tá prendendo né?? Percebeu??”

    13.   “...nunca jogo bem na primeira rodada...”

    14.   “...não gosto de chutar de perto...”

    15.   “...isso é cavalete mal feito, dá nisso...”

    16.   “...deu um mal jeito aqui, tá atrapalhando na hora de chutar...”

    17.   “...ihhhh, escapou...”

    18.   “...toda vez que eu vou chutar você vem olhar...”

    19.   “...hã, é esse botão, nº8, tá com problema, sempre esqueço de trocar...”

    20.   “...tá acertando tudo hoje hein!?!?”

    21.   “ ...é, hoje não é o dia...”

    22.   “...esse pessoal da botcha incomoda né...”

    23.   “...vou parar de jogar essa poha...”

    24.   “...putz, tá prendendo em cima...”

    25.    “...putz cara, eu não tava olhando...”

    26.   “...as mesas tão muito próximas, tá phoda de jogar...”

    27.   “...esse ar condicionado tá muito forte, tá atrapalhando...”

    28.   “...a diferença é que você acertou os chutes...”

    29.   “...se a bolinha não tomba, eu tinha ganho o jogo...”

    30.   “...esses babacas vem tirar foto bem na hora que eu vou chutar, assim não dá...”

    31.   “...essa bolinha é a da Liga???”

    32.   “...posso medir teu goleiro???”

    33.   “...você viu né??? tocou ali...”

    34.   “...tem como fechar essa janela ae???”

    35.   “...essa palheta não é a boa...”

    36.   “...meu dia foi bem corrido hoje...”

    37.   “...minha flanela tá uma merda...”

    38.   “...já tinham me dito que silicone na flanela é cagada...”

    39.   “...preciso lavar esse time...”

    40.   “...Ôoo!! Tá pingando suor na mesa...”

    41.   “...viu, desencosta da mesa, faz favor...”

    42.   “...vou voltar a jogar com o Íbis, jogo muito mais...”

    43.   “...não pode jogar de chinelo, tá na regra...”

    44.   “...se o sino não toca, eu tinha virado...”

    45.   “...to com a mão pesada hoje...”

    46.   “...só falta acertar a finalização...”

    47.   “...nem aqueci direito, dá nisso...”

    48.   “...toda vez que esse cara vem, eu não consigo jogar...”

    49.   “...vamo time, vamo jogá!!!!!!!”

    50.   “...a bolinha tá mais pesada/leve hein?!?! não achou???”

    51.   “...ôo!! cuida do teu jogo ae (pro cara da mesa ao lado)...”

    52.   “...teu time tá confundindo com o meu...”

    53.   “...”é essa música ae(a 1km), tá atrapalhando...”

    54.   “...tão querendo me foder...”

    55.   “...o botão mudou de direção, você viu??”

    56.   “...é só comigo que acontece...”

    57.   “...quero ver acertar de novo essa...”

    58.   “...meu filho não tá muito bem, to em alerta e tal...”

    59.   “...to sem jogar faz um tempão...”

    60.   “...tá meio escuro aqui né?? Não te atrapalha??”

    61.   “...orra, que olho gordo hein...”

    62.   “...mexeu hein!!!”

    63.   “...essa mesa é muito baixa...”

    64.   “...essa flanela não é a minha, ei!!! essa flanela é tua mesmo???”

    65.   “...preciso ir embora, minha mulher tá esperando...”

    66.   “...botão é coisa pra nerd mesmo...”

    67.   “...nunca gostei de jogar equipes...”

    68.   “...dormi mal hoje...”

    69.   “...merecia o empate...”

    70.   “...a viagem foi phoda, to tudo torto...”

    71.   “...não consigo jogar nesse lugar...”

    72.   “...não dá pra jogar com esse cara, muito ladrão...”

    73.   “...hoje to sem motivação...”

    74.   “...você deu sorte...”

    75.   “...será que esses caras tão assistindo mesmo essa TV?? podia desligar isso né???”

    76.   “...se eu faço aquela, o jogo era outro...”

    77.   “...to jogando dadinho também, é muito diferente...”

    78.   “...essa trave ae, acho q tá torta...”

    79.   “...o cara chutou 8 e fez 8...”

    80.   “...to treinando demais, tá atrapalhando...”

    81.   “...vou trocar a decoração desse time, Barcelona é time perdedor, não vai...”

    82.   “...depois q tá 3x0 qualquer um joga...”

    83.   “...se eu tivesse ganho os jogos que perdi de cagada, teria sido campeão...”

    84.   “...essa mesa já tá velha, não tem como jogar aqui...”

    85.   “...teu time é mais leve que o meu, é por isso...”

    86.   “...devia ter posto o argola, agora já era...”

    87.   “...tomei todas ontem, to até agora meio grogue...”

    88.   “...alguém nivelou as mesas pelo menos???”

    89.   “...sempre vou mal nesses campeonatos...”

    90.   “...fizeram macumba pra mim, eu sei...”

    91.   “...esse goleiro chama gol, desgraçado...”

    92.   “...quem não faz, toma...”

    93.   “...ei!!!!alguém tá cuidando do tempo?????”

    94.   “...travessão de novo!!!!!!!!!(a bola explode no peito do goleiro)”

    95.   “...eu vi, bateu nas duas traves, no travessão, nas costas do goleiro, na coruja, correu em cima da linha, mas não foi gol..”

    96.   “...quinta-feira eu não jogo bem, não adianta...”

    97.   “...é que vão me ligar do trampo...”

    98.   “...esse pastel não caiu bem...”

    99.   “...se eu jogasse sempre assim, seria campeão brasileiro...”






    E em primeiríssimo lugar, disparado:


    “...GOLAÇO!!!!!!foi gol né?!??!?!”


    Gol neles...


  • TORNEIOS | BR2011
    Festa paranaense em MG, Robertinho vence Serigo Nene (6x3) e conquista o inédito TRI-CAMPEONATO consecutivo.


    11/03/2011:
    "Sou do tipo que gosta de ganhar, não me sinto satisfeito com o vice. Vou pra MG sim, podem ter certeza disso. Farei a minha preparação para o próximo Brasileiro com ainda mais responsabilidade, afinal, 3 títulos consecutivos, nenhum adulto conseguiu ainda. Isso é motivo mais que suficiente para motivar, treinar e caprichar".

    16/06/2011:
    "To treinando forte e vou confiante para o 3° caneco Brasileiro em sequencia
    ...Pode acreditar que jogarei meu melhor futebol...."

    Foi, viu e venceu...de novo.

    Parabéns, Monstrinho.




    Gol neles...


  • NOTÍCIAS | Amistoso de Preparação
    No próximo sábado, no Clube D. Pedro II, as equipes do SEXTABOLA e do Racing se enfrentarão em um amistoso. 
    O objetivo da partida é preparar as equipes para o início do Campeonato Paranaense de Equipes, que se inicia no dia 28/05, com a realização da 1ª rodada da 1ª fase.

    Nesta fase os cinco clubes da Liga Metropolitana se enfrentarão, em turno único, no formato todos contra todos, visando a classificação para a fase final. A decisão ocorrerá em 29 e 30/10, em Curitiba, durante a realização do Campeonato Paranaense Individual, como tem acontecido nas últimas temporadas. 
    Os dois primeiros colocados da Liga Metropolitana, enfrentarão os dois primeiros colocados da Liga União, na disputa pelo Título de Campeão Paranaense de 2011.
    Em função do calendário de 2011, o Campeonato Paranaense de Equipes também servirá como preparatório para o Brasileiro de Equipes, tendo em vista que a competição Nacional só ocorrerá entre 12 e 14/11 no Rio de Janeiro. Na edição 2011, a Liga Metropolitana será representada pelo Independente e pelo D. Pedro II/Sextabola, que conquistaram suas vagas no Campeonato Paranaense de 2010. 






  • TORNEIOS | Paranaense de Equipes
    Depois de vencer o Racing no amistoso de abertura da temporada, DPII/SB estréia no Paranaense com vitória sobre o PGFutmesa e assume a liderança da Liga Metropolitana.
    No dia 21/05, jogando no D. Pedro II, o Sextabola enfrentou o Racing em um amistoso de preparação para o Campeonato Paranaense de Equipes.

    Com excelentes atuações de Ricardinho, André Leal e Nelson Forbeck que passaram pelo confronto invictos, e ainda contando com as boas participações de Rubão, Daniel e Pedro e mesmo com a ausência de Dalla Stella e Leandro, o SB venceu o amistoso por 33x12 com parciais de 10x1 - 7x4 - 7x4 - 9x3. Pontuaram na partida os atletas: Ricardinho (12/12), Nelson Forbeck (6/6), André Leal (8/12), Rubão (3/6),  Daniel (4/9) e Pedro (0/3). Pelo Racing, que também teve algumas ausências (Emerson, O Foca, e Lucas Giordano), o desempenho individual foi Diego (4/9), Dudu (3/12), Marco Antonio (1/12), Jefferson (4/12) e Bittencourt (0/3).

    Apesar do placar ter sido um pouco dilatado, as partidas foram muito disputadas (em 9 das 16 partidas a diferença foi de no máximo 2 gols).

    Uma semana depois, 28/05, no mesmo D.Pedro II, teve início o Campeonato Paranaense de Equipes, chave Metropolitana, contando com a participação das 5 equipes filiadas à Liga.
    Com atuações impecáveis de Dalla Stella e André Leal - ambos 100% - e de Ricardinho, maior pontuador da série (10/12), e ainda com a participação de de Rubão, Daniel e Pedro, o Sextabola venceu o "jogo de 6 pontos" contra o PGFutmesa, no confronto que foi encarado pela equipe comandada pelo Prof. Dalla como "de vida ou morte" para pretensões mais ousadas no Campeonato.
    O resultado final foi bastante comemorado pelos atletas em função de que o placar 32x14 foi construído sobre uma equipe de extrema qualidade, comprovada na 2ª rodada, quando o PG se recuperou e superou o Racing por incontestáveis 36x09. O mesmo Racing que, na rodada inicial, surpreendeu o incompleto Independente e arrancou um empate em 23x23.
    No jogo que completou a 2ª rodada, o C.Curitibano estreou vencendo o novamente desfalcado Independente por 28x19.
    Folgando na 2ª rodada e contando com uma combinação positiva de resultados, o DPII/SB termina a primeira "perna" do Interclubes na 1ª posição - juntamente com o PGFutmesa e o C.Curitibano, todos com 3 pontos - mas levando vantagem nos critérios de desempate.
    Apesar da liderança provisória, os atletas procuram manter o foco nas próximas rodadas, quando o SB enfrentará Independente, C.Curitibano e Racing, em 3 partidas consecutivas no dia 16/07 e, pelas contas da comissão técnica, ainda serão necessários pelo menos mais 4 ou 6 pontos para pensar em classificação.
    As 5 equipes ainda estão vivas na disputa e com chances reais de classificação, com certeza, cada jogo será muito difícil e ao mesmo tempo importantíssimo, na caminhada para as Finais Estaduais.

    Gol neles...




  • Até breve...
    Leitores,

    Antes de mais nada, gostaria de oferecer algo mais aos nossos fiéis e assíduos leitores. A partir de hoje, o SEXTABOLA disponibilizará o acesso ao blog de várias formas diferentes.
    Para isso, é necessário apenas que ao acessarem o blog utilizem o endereço www.sextabola.blogspot.com\view e escolher qualquer um dos modelos disponíveis (na barra superior da página, existe um botão AZUL onde vocês podem escolher o modelo que mais lhes agrada). Caso prefiram o formato original, basta continuar acessando o SEXTABOLA, pelo endereço original.

    ---

    Amigos,

    Alguns talvez ainda não saibam, a partir do próximo sábado (2/4), estarei em viagem para Foz do Iguaçu, para participar de um projeto profissional que deve durar de 3 a 6 meses. Não foi por falta de consideração de minha parte, mas o fato é que as coisas aconteceram bem rápido e não foi possível, até este momento, dar a devida atenção aos amigos do futmesa para uma despedida, ainda que em tom de "até breve" e em função disso resolvi escrever algumas palavras no blog para que todos os amigos pudessem sentir-se "abraçados".

    Prefiro não tocar no assunto de que esta ida possa ser definitiva, apesar de a realidade indicar o contrário, a minha família deverá permanecer em Curitiba por pelo menos mais alguns meses até que tudo esteja preparado lá para recebe-los. Desta forma pretendo ainda, sempre que possível retornar a "Cidade Sorriso" para rever os amigos, e aproveito a oportunidade para incluir a todos os colegas da LM nesta lista.

    Muitos destes que tive a oportunidade de conhecer através do futmesa já adquiriram o status de amigo, similar ao que eu atribuo àqueles aos quais tenho como amigos desde a infância, ou seja, a responsabilidade é grande. E neste caso, o efeito é extensivo não só aos amigos de Curitiba, a turma de PG, todo o pessoal da LU, Londrina, Ivaiporã, Bela Vista, e todos os outros amigos que tive a oportunidade de conquistar nas competições nacionais que tive a felicidade disputar.

    Fica registrado o meu agradecimento pelos momentos de alegria desfrutados na companhia de todos, dos gols feitos, dos tomados, dos chutes que entraram e que ninguém viu, dos que jamais balançaram a rede, mas foram computados...hehe, a favor e contra, da bolinha e do dadinho, dos treinos e das competições, do Sesc, da Duque, do DPII, dos avulsos aos atletas da AABB, do Independente, do Racing, do Bangu, do Curitibano e do Arsenal, clube que tive a honra de defender em 2 torneios nacionais, das mesas e bolinhas tortas que nos tiraram do sério e das jogadas mágicas que as vezes pareciam cair do céu, dando a entender que o time na verdade, era comandado por mãos divinas. Aos apelidados, as minhas desculpas, Foca, Minduim, Vovozella, Cabeludo, Catiça, Argentino, Gralha, Marrento, Gaudério, Robinho, Doentes, entre outros tantos, agradeço imensamente pelos mais de 4 anos participando deste grupo.

    Farei um enorme esforço para manter o futmesa presente em minha vida, foram poucas as coisas que fiz por livre e espontânea vontade que me trouxeram tanta satisfação quanto "jogar botão" com toda essa rapaziada.

    Até breve e obviamente, gol neles...




  • ENTREVISTA | Robertinho, esse é o cara...
    ft
    Conversamos com a atual bi-campeão brasileiro adulto, o "mitológico Robertinho", sobre as conquistas, a preparação para as competições, o futuro, detalhes sobre os jogos e o futmesa em geral.
    Lendo e ouvindo aprende-se muito, com quem conhece o caminho do gol então, uma aula de futmesa.






    1- O formato do campeonato brasileiro premia a competência, dificilmente um “aventureiro”      consegue sobreviver por muito tempo, usando as palavras do nosso ex-Presidente, Victor: “ o campeonato premia, nos 3 primeiros dias, a regularidade, e no último dia,  o sangue frio”, é isso mesmo?
    R. Exatamente. O campeonato é longo e exige muito do botonista. As primeiras duas fases são primordiais para o sucesso, pois a campanha define quem joga pelo empate nas finais. A terceira fase é uma das mais difíceis e já conta apenas com os melhores jogadores. Muita gente diz que a terceira fase é quando o Brasileiro começa de verdade. O último dia é realmente estressante. Manter-se focado, concentrado e tranqüilo é o único modo de chegar até a final.

    2-      Quando do seu título em 2009, conversamos sobre a preparação do atleta para a maratona que é o Brasileiro, em cada um dos 4 dias, um novo torneio começando quase do zero, em poucas horas, um ano todo de preparação é posto a prova, entre os pontos positivos e negativos, se é que existem, de entrar na mesa como “campeão brasileiro”, de que forma vc se condiciona desde a 1ª partida, pensando no título?
    R. Penso no título antes do campeonato começar. Planejo meus objetivos, treinamentos e jogadas cinco semanas antes do Brasileiro individual. Aprendi a fazer isso sozinho, com os erros que cometi após ganhar o Brasileiro de 99. Ganhei este Brasileiro muito novo, com 19 anos, e acabei perdendo um pouco a vontade de jogar. Tinha chegado ao ápice, achava que não tinha mais nada a ser realizado dentro do Futebol de Mesa. Fiquei arrogante, parei de treinar, não caprichava para jogar e acabei perdendo muitos jogos e o que é pior, a motivação.
    Hoje em dia sou bem diferente, quero jogar bonito e ganhar todos os jogos que disputo e gosto de tratar bem meus adversários, com o devido respeito que todos merecem.

    3-      Nas quartas de final, contra o Ednilson, você passou por um momento de dificuldade e iminente eliminação do torneio, a virada no 2º tempo foi histórica, para não dizer ufológica, e o gol na campainha, coroou uma recuperação espetacular. Como foram os 3 minutos de intervalo daquele jogo e como explicar uma mudança tão drástica no panorama de uma partida entre gigantes? E ainda, você guarda algum “nitro” para momentos como este, quando as coisas não acontecem como o planejado?
    R. Nunca desisto. Sempre acredito em mim e me esforço para conseguir o que quero. Não foi a primeira virada espetacular que consegui e nem será a última, mas posso dizer que foi a mais importante até hoje.
    No intervalo do 1° para o 2° tempo, realmente muitas coisas passaram pela minha cabeça. Pode até parecer propaganda, mas é a verdade; usei um método de Treinamento Mental que aprendi para apagar o 1° tempo da mente, e “implantei” o jogo perfeito. Programei mentalmente que iria acertar tudo e iria correr muito durante o final da partida, afinal, seria a última se eu não conseguisse a virada. Minha personalidade muda e minhas expressões também. Sinto-me furioso e transformo a partida numa batalha interna. Isso me deixa mais concentrado e só me permite uma alternativa – VENCER. Era só nisso que eu pensava. Todo o medo de errar e angústias desaparecem e só assim pude empatar o jogo na final de 2009 e vencer o Ednilson em 2010.

    4-      Pude perceber, enfrentando alguns dos grandes botonistas do Brasil na atualidade, que existe um “código de ética” entre os TOPs, e que estes fazem questão de difundi-lo. Jogando contra você pude perceber que também é adepto do “código”. A formação do grande campeão passa necessariamente por saber ganhar e saber perder? Até onde vai o fair-play, quando a disputa esquenta e te incomoda muito, durante uma partida, o “anti-jogo”?
    R. Dificilmente encontramos uma pessoa que saiba perder. Perder faz parte do jogo, mas não é todo mundo que lida bem com a derrota. Quando jogamos com um adversário forte, tudo pode acontecer. O que acontece também é o reconhecimento que, naquela determinada partida, alguém foi superior a você - SÓ ISSO. Não significa que jogue melhor, ou que um seja melhor do que o outro.
    O anti-jogo é uma estratégia, pode funcionar ou não. Embora antigamente tenha perdido muitos jogos por causa da enrolação dos adversários, contra mim isso não funciona mais, pois consigo jogar tanto irritado quanto calmo.

    5-      Recentemente, você ofereceu o título brasileiro aos amigos, dizendo que joga por todos. Faz diferença, na prática, jogar uma partida simultaneamente a tantas outras, no ambiente de competição e jogar uma partida onde você sabe que todos os seus amigos (que não estejam jogando, e em alguns casos, até alguns que estejam...hehe) estão assistindo e torcendo por sua vitória, como se fossem eles próprios jogando?
    R. Faz muita diferença. É muito bom ter a torcida a nosso favor, essa energia positiva ajuda enquanto esperamos pra fazer a jogada. Tenho muitos amigos no Futebol de mesa e sei que torcem por mim. Não só da liga Metropolitana, mas amigos de SP, do RJ e do Ceará. Quando enfrento um amigo e venço, carrego nas costas o peso de tê-lo eliminado do campeonato. Faço o meu melhor para que a derrota dele não tenha sido em vão.

    6-      A cada ano, o Brasileiro torna-se mais difícil, os botonistas de ponta tendem a manter seu jogo qualificado e a cada nova temporada, novos atletas vão fazendo parte do grupo dos “craques”. Cabem mais títulos na prateleira de casa? Robertinho vai para Poços de Caldas em busca de mais um caneco? Ainda existe motivação para que o “homem a ser batido” esteja novamente no topo em 2011?
    R. Cabe, sempre cabe. Sou do tipo que gosta de ganhar, não me sinto satisfeito com o vice. Vou pra MG sim, podem ter certeza disso. Farei a minha preparação para o próximo Brasileiro com ainda mais responsabilidade, afinal, 3 títulos consecutivos, nenhum adulto conseguiu ainda. Isso é motivo mais que suficiente para motivar, treinar e caprichar.

    7-      A final Parananse, em grande estilo, e o excelente desempenho dos nossos atletas no Brasileiro colocam o Paraná mais uma vez em destaque no cenário nacional. A que se deve este sucesso? Por quanto tempo é possível manter esta hegemonia?
    R. O nosso calendário está bem cheio, com muitas competições e etapas durante o ano todo. O nível dos botonistas aumentou bastante e está cada vez mais difícil ver a mesma pessoa no ponto mais alto do pódio. Com a evolução de alguns botonistas no cenário nacional, outros praticantes acabam sendo influenciados e aprimoram seu jogo, o que aumenta o equilíbrio nos torneios. Quanto à hegemonia, depende de todos nós.

    8-      Deixo este espaço para suas considerações finais, para uma mensagem pessoal sua, fique a vontade.
    R. Eu gostaria de agradecer aos amigos pelo apoio e torcida. Agradecer ao meu pai, mestre e mentor, que sempre me incentiva e dá força.
    Não posso esquecer também do Duleba, que preparou uma flanela especial pra mim e com isso mantive o time sempre preparado e voando em campo, diferentemente de outras competições onde fui eliminado em decorrência do time prender na mesa.

    Gol neles...


  • TORNEIOS | 1ª Etapa da Liga Metropolitana

    D. Pedro II jogando em casa, conquista a Série A e premiações em todas as séries, na abertura oficial da Temporada 2011. Embalados pelo churrasco da sexta-feira, os botonistas da LM, iniciam a luta pelos títulos de 2011 com uma etapa "cinco estrelas", tudo perfeito, e muitos gols..



    Na Série A, dobradinha do SB no pódium, com uma campanha irrepreensível, Dalla Stella estréia com título e Ricardinho é o 3º. O Monstro do Amendoim estraga a festa e conquista o vice campeonato, jogando muito.
    Na B, Rogério do Independente, nadou de braçada e garantiu o acesso a elite vencendo todos os seus adversários, o glorioso André Leal retorna a Série A com a 3ª colocação juntamente com Faro e Gonzo do PG. 
    Uma disputa de arrepiar na Série C, Marcel do Independente termina em 1º com Rubão e Leandro do SB e Diego do Racing subindo para a B.
    Depois de várias etapas a quase extinta Série D volta a ser disputada na LM, e já com 9 inscritos. O  "importado" Nicolazzi inicia sua jornada na LM e no SB garantindo o acesso a C de forma invicta, deixando escapar o título na última rodada, empatando com Roger do Belavistense, que também sobe para a C, ambos entregaram na bandeja o título da D para Guilherme, O Valente, do CC, que venceu e ultrapassou ambos na útlima rodada. Faoro do PG, completou o pódium da série.
    Há que se destacar o empenho da LM e de seus atletas em estabelecer as condições ideais de jogo no último sábado, as mesas estavam muito boas, o espaço ainda que um pouco apertado, não comprometeu a disputa, as novas bolinhas estavam excelentes e o ambiente de jogo, como sempre, de amizade. 


    Parabéns a todos pelo campeonato.


    Gol neles...









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