A HORA DA VERDADE DO BOTÃOBOL
| PERNAMBUCO - APFM - Garagem |
E a Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, nesse sábado, dia 8 de outubro, viveu mais um belo capítulo da luta pelo título de campeão pernambucano de 2011, valendo a conquista do Troféu Paulo Felinto, com seis partidas disputadíssimas, com destaque para o clássico Botafogo X Náutico, duelo de gigantes do botãobol. REGRA PERNAMBUCANA

Morrendo, morrendo, Itacuruba perde para o São Paulo
Na abertura da jornada, o Itacuruba, de Alexandre Freitas, sentiu a força do surpreendente São Paulo, de Max Monteiro, caindo, de virada, por 3x1. O Trinca Ferro começou abrindo o canto, mas foi morrendo, morrendo e morreu.
O Tricolor do Samu, com um pouco de sorte, faltando apenas seu confronto com o Chelsea, poderá abiscoitar o cobiçado Troféu Paulo Felinto, conquistando assim seu primeiro campeonato . Para que isso possa acontecer, torna-se necessário torcer e muito por tropeços do atual líder, Botafogo, de Marcos Silva, além, é lógico, de sair vitorioso ante os ” Blues do Aeroporto”.

Empate não beneficia estrelados na luta pelo título
No Hércules Stadium, o Cruzeiro, de Marcos Cardoso, após receber a bênção divina, se viu frente a frente com o Porto, de Dinoraldo Gonçalves e travou um duelo sensacional. O empate em 2x2 demonstra o equilíbrio do embate, mas não trouxe benefícios aos estrelados que permanecem atrás dos botafoguenses e dos sampaulinos, na tábua de classificação.
Enquanto isso, o Internacional, do carismático Paulo Jiquiá, travestido de Shrek, enfrentou o Itacuruba, de Alexandre Freitas e aplicou uma goleada de 4x0. O Trinca Ferro dos Afogados se assustou e não deu um pio sequer, se limitando apenas a assistir ao desfile tranquilíssimo do Saci da Mangueira.

A consagração santista como "Rei dos Empates"
Já na Toca da Raposa, o Santos, de Adilson Ribeiro, se consagra como “Rei dos Empates”, ficando na igualdade ante o Hércules, do viajado poeta JHércules. Mais uma partida equilibrada e com um placar justíssimo.
Depois, o Peixe partiu para o Brasília Stadium e mediu forças com o Porto, de Dinoraldo Gonçalves e a história não podia ser outra: mais um empate na trajetória santista. Após o apito final do árbitro Hugo Alexandre, lá estava estampado no placar: 2x2. Belo jogo.

Nervos a flor da pele, para Náutico e Botafogo
Finalmente, chegou a hora do tão aguardado clássico, envolvendo Botafogo, de Marcos Silva e Náutico, de Abiud Gomes, na Toca da Raposa, com arbitragem de Hugo Alexandre.
Os nervos estavam a flor da pele e foram poucas as chances de gol, porém, o Timbu se apresentou com mais ousadia.
Após um primeiro tempo fechando em 0x0, o alvirrubro da Torre partiu com tudo na segunda etapa e abriu o placar, com gol de Humberto Tozzi.
O nervosismo botafoguense ficou mais acentuado, porém, bastou um único vacilo timbu, bem no finalzinho da partida, para que o Fogão chegasse ao gol salvador, conseguido através do zagueiro Gustavo. Alegria botafoguense e tristeza do Náutico, que viu as esperanças de título ir pelo ralo.
Faltam apenas 20 jogos para o término do campeonato e o Botafogo, de Marcos Silva, segue na liderança, com 26,7 pontos, restando-lhe ainda dois jogos, contra Santos, de Adilson Ribeiro e Vila Belmiro, de Albertinho, dois pesos pesados do botãobol.
Na vice liderança, com um só jogo a realizar, se encontra o São Paulo, de Max Monteiro, com os mesmos 26,7 pontos do Fogão, mas perde no critério de desempate, por ter menor saldo de gols que o Glorioso.
Náutico, Internacional e Cruzeiro ainda respiram com ajudas de aparelhos , mas deverão se contentar mesmo com os troféus e medalhas que premiam até o oitavo colocado na competição.
Com mais dois sábados, já se terá a definição do campeonato, restando tão somente marcar a data da entrega do Troféu Paulo Felinto. Haja emoção! A guerra está quase no fim! Quem será o campeão? Viva o botão.









