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COLUNISTAS - PAULO P. CABRAL

Aqui você poderá ler as colunas anteriores do nosso colunista Paulo Cabral.

06/2009

Paysandu

Por Paulo Cabral, o Colunista do CELOTEX!!!

Amigos, hoje na minha coluna vou falar do Paysandu, o maior rival do Clube do Remo, clube de teve tantos botonistas famosos, infelizmente não tenho as fotos deles para mostrar, mais tenho de botonistas mais novos que merecem também todo o meu respeito, vou citar agora vários nomes de botonistas que ouvi falar e os que tiver o prazer de assistir jogar partidas inesquecíveis, como Hélio Cardoso ( falecido ) amava muito o seu Paysandu, que me lembre, saiu apenas uma vez do Paysandu para jogar uma temporada no Clube Santa Cruz da Pedreira, e resto de sua carreira foi no seu Paysandu, outro grande baluarte do Celotex foi o craque Jorge Costa, com um jogo de mesa refinado e completo, além disso tudo tinha uma pontaria perfeita, Plinio Albertino que hoje está morando em Palmas no Tocantins, além de um grande botonista, amigo acima de tudo, em toda hora, esse eu assino em baixo, Mourãozinho, um goleador nato, uma pontaria maravilhosa, para ele errar uma saida o cara tinha de rezar muito, hahahahahahahahahaha verdadeiro artilheiro, Guilherme O de Almeida, jogou lá mais era Clube do Remo de coração ( falecido ) um monstro dentre da mesa, com um jogo de mesa completo e além do mais, tinha uma sorte danada, como dizem no futebol, todo bom goleiro tem de ter sorte, ele era um botonista craque e tinha muita sorte também, tiveram vários craques que vestiram a camisa do paysandu, como o grande Argemiro França, Luis Nunes, Amigo, já ia esquecendo do meu grande amigo, Amilton Fergunsson dos Santos, um abridor de partida nato, ( abridor era o botonista que fazia o primeiro sets ) pois numa partide de celotex, são quatro sets ( 4 ) botonistas de cada time na mesma mesa, ele era uma fera, agora não pois a vista não permite mais, hahahahahahahahaha ( para não dizer a idade ), muito bom jogador, outros que pasasram por lá, Ledo, um craque também, tinha um jogo de mesa perfeito, muita classe nas jogadas, e olha que nessa época existiam mais de 12 clubes disputando o Campeonato de Celotex, e sempre o Paysandu estava entre os primeiros, quando domingo jogavam Remo e Paysandu, a mesa tremia, pois é e sempre será a maior rivalidade do Celotex do Pará, o famoso e mais conhecido REPA, bem, como disse antes, infelizmente ainda não tenho fotos dessas feras que citei, depois vieram grandes botonistas como Tati, José Bahia, Sebastião, Julio Viana, Tadeu, e outros que não me lembro agora e já peço mil desculpas, pois são vários botonistas que passaram pelo Paysandu, agora mais uma vez vou contar com a boa disposição do nossos amigos Pezão, King e Duda para colocarem algumas fotos de botonistas mais recentes e que tenho no meu arquivo particular, e Pezão e companhia, meus parabéns pelos programas ao vivo todos os sábados, um grande abraço do Paulo Parijós Cabral.

 


 

05/2009

DOIS CLUBES DO BAIRRO DO JURUNAS

Por Paulo Cabral, o Colunista do CELOTEX!!!

Vou escrever minha Coluna do mês de maio, falando de dois grandes times do bairro do Jurunas, o Imperial e o Estoril, comandado pelo Sr. Arlindo Leitão, um senhor dedicado ao Celotex e principalmente pelo Clube do Imperial, passa mais tempo na sede do que na própria sua casa, cuidando de todos os setores da sede, e não tenho medo de errar, se não fosse por ele, o Celotex já era, pois com seu sacrifício e boa vontade, consegue manter os dois clubes a todo vapor, pois os dois times pertence a mesma sede, sendo o Imperial mais antigo, todo ano eles fazem um torneio em homenagem ao próprio Imperial, com muitas medalhas, trofeus e dinheiro para o Campeão e vice, além de tudo isso, depois do torneio, que é disputado em dois turnos, tem muito churrasco e cerveja, com salgadinhos e refrigerante também, os botonistas podem tranquilo levar suas esposas, pois o respeito é um ponto certo no recinto, todos os clubes adoram participar desse torneio, inclusive os botonistas preferem jogar esse torneio do que os outros, inclusive a sua sede de uma harmonia e muita alegria aos domingos, com torneios de futsal, com muita garotada e risos.

 

Agradeço muito ao Sr, Arlindo Leitão e acho que todos os botonistas de Belém também, agora vou contar mais uma vez com a boa vontade dos meus amigos Pezão e King para colocar as fotos, um grande abraço a todos os botonistas do Brasil.

 



 

04/2009

A HISTÓRIA DO BOTONISTA FLAVIO DE MACAÉ

Por Paulo Cabral, o Colunista do CELOTEX!!!

Estou colocando uma EXTRA na minha coluna do CELOTEX desse mês, de um amigo que voltou para MACAÉ mais deixou saudades e amigos, escrito pelo mesmo.

Amigo Paulo!!!!! que DEUS abençoe você e sua família. Abaixo um pequeno histórico sobre minha curta mas vitoriosa carreira no celotex.

Cheguei em Belém em 1985 transferido pela petrobras indo trabalhar na base em tapanã. Tão logo cheguei fui convidado pelo primo de minha esposa a assistir num belo domingo de sol paraense a um rexpa, de cara me apaixonei pelo payssandu(papão da curuzu) foi amor a primeira vista. Não perdia um jogo sequer do meu papão. E a vida prosseguiu e um belo dia pedi demissão da petrobras mas acabei não voltando para minha macaé, pois não sabia eu que chegou no pará parou, tomou açai ficou, de modos que fui ficando. Leitor assíduo do liberal sempre via escrito na página de esportes sobre um tal de CELOTEX. Falava-se que o remo ganhou do imperial, que o payssandu havia ganho do astros , etc. Mas eu ficava sem saber o que era isso. E a vida prosseguiu eu entrei para trabalhar na SEFA e fui ficando, até que um belo dia depois de mais ou menos quinze anos fui descobrir o que era o celotex. Um belo dia apareci na sede o remo com o meu time de botão feito de madre pérola. mas para minha surpresa era totalmente diferente do botão que eu jogava e fui bicampeão macaense na minha juventude. Então expliquei a minha vontade de aprender a jogar a modalidade a qual havia tido o prazer de ser apresentado, não sei se por não conhecer ninguem um senhor( que mais tarde fiquei sabendo era um dos baluartes do celotex e do clube do remo) o Seu Ruy que não deve ter levado fé num estranho ainda mais torcedor do papao mandou-me procurar na sede do papão um outro grande baluarte do celotex chamado seu Plínio que mais tarde ficou meu grande amigo. Então foi iniciada a minha carreira de botonista. Na época no papão tinha jogadores do quilate de Plínio, tati, tião, mouraozinho este por sinal um grande camarada, confesso que fique apaixonado pelo esporte e me enganjei de corpo e alma, isto era pelo idos de 2000(favor corrigir a data se estiver errada) mas o meu primeiro clube pelo qual disputei um campeonato e a quem devo muito o que aprendi foi o são domingos do jurunas capitaneado pelo incansável e grande baluarte por quem tenho ate hoje muita estima e respeito, apesar dele ter ficado uma época um pouco estremecido comigo. Foi porque como meu jogo ia melhorando fui cobiçado por outros clubes de maior expressão do celotex paraense, mas diga a Teodorico que nunca fiquei zangado com ele. mas treinei muitas e muitas vezes no remo as terças, quintas e sabados e lá fiz muitas amizades e aprendi muito com as feras que la treinava, também não esqueço de ninguém que me ensinou as manhas do esporte, minha admiração por todos é muito grande, como poderia esquecer do seu Bibi com quem muitas vezes tive a honra de treinar(pois no inicio ninguém queria treinar com quem batesse com a paleta na mesa) e muito me ensinou, pessoa a quem tenho como um pai. Sem falar no seu Ruy que no inicio senti que não me via com bons olhos(tinha que ser :um papão treinando no remo e jogando por outro clube)mas depois que passamos a nos conhecer melhor tivemos uma convivência das melhores(também muito me ensinou sobre o jogo), Zeca Viana um grande amigo que não posso esquecer pois muitas vezes me emprestava um quando estava duro. Zeca para mim um jogador que não tremia sob circunstancia nenhuma jogador que todo mundo queria ter em sua equipe, não posso esquecer um outro grande jogador que tinha como meta fazer gols, pra mim um grande artilheiro chama-se Tati(um grande abraço) Paulinho também um outro grande jogador apesar de termos cruzado uma única vez(perdi por 4 x 3 num paraense individual, lembro-me que também participei e fui campeão paraense de uma grande Clube.

 


 

 

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