A REGRA É CLARA!
| COLUNISTAS - DE FRANCO |
Como a maioria das pessoas do nosso meio sabem, foi realizado em setembro na cidade do Rio de Janeiro, o 1° Campeonato Brasileiro por equipes.
Devo confessar que depois de 45 anos de Futebol de Mesa federados, esse foi o Campeonato que mais me trouxe alegria. Vejam que em maio, eu participei do 4° Campeonato Mundial na Hungria e, mesmo assim, fiquei mais emocionado neste aqui.
A organização foi muito bem feita e os times mostraram muita combatividade dentro de um espírito esportivo elogiável.
O local, com ar condicionado e amplo espaço, proporcionou um palco perfeito para a prática do Futebol de Mesa.
A minha equipe, o campeão Palmeiras, depois de um início claudicante, se firmou e disparou para o título de forma sensacional. O que tornou a vitória especial é que até a última rodada do último jogo, o Vasco e o Palmeiras disputavam pau-a-pau o belíssimo troféu.
Como em toda reunião de botão, de um simples treino até um título nacional, sempre acontece um fato hilário.
O Vasco se preparou para vencer o torneio (creio até que tinham a certeza da vitória) e um fato que demonstra isso foi que em todos os jogos das equipes paulistas, sempre havia um espião vascaíno, com uma prancheta nas mãos, anotando todas as jogadas com detalhes técnicos, para serem analisados depois.
Embora eles fizessem essas anotações de uma maneira discreta, logo essa atitude foi notada por todos.
Durante um jogo do Círculo Militar, o Quartim (o Barbosa) e o Farinha, tirando um sarro da situação, fizeram uma espécie de barreira na frente do “spy” carioca, que surpreso com a atitude, foi se deslocando suavemente para um lado, afim de ter novamente uma boa visão do jogo. Ato contínuo, a barreira também acompanhou a movimentação vascaína e se postou novamente bem na frente do incomodado “observador”, que desesperado desabafou:
-“Mas isso pode??”
No que o Quartim (o Barbosa), soltou a pérola:
- “Mas é claro que pode, desde que observada a distância regulamentar de um goleiro !!!”









