BOA TARDE NO LITORAL
| COLUNISTAS - CLAUDIO MELLO |
Olá amigos da bolinha de feltro. Estamos de volta com mais uma história que, espero, sirva de inspiração para alguém. Pois para este que vos escreve foi deveras salutar.
Nos dias em que estava meio a fim de pendurar a palheta, resolvi vender a supermesa.
Meu amigo Oswaldinho (como é carinhosamente chamado por Dona Adriana) mostrou interesse e acabou ficando com a mesma. Comprometi-me em levar a dita cuja até Itajaí e assim o fiz neste sábado dia 06.03.
Confesso que fiquei doido pra descer ao litoral, curtir um joguinho, tomar umas geladas e saborear um peixinho frito.
Já havia vivido uma tarde sensacional há tempos atrás, quando resolvi ser penetra em uma festa da família Fabeni onde conheci o amigo Oswaldinho.
Isto posto, convidei o parceiro de viagem Jura e juntos fomos até Campo Alegre pegar a mesa, que colocamos a duras penas no carro e seguimos até nosso destino.
O Jura, que sempre tem uma piada ridícula, diga-se de passagem, foi papeando o trajeto todo e assim trocamos boas idéias, aparamos arestas e... fizemos juras de amor! Boa essa: Juras... Jura... Eca!
Depois de um pastel de camarão e uma garapa saboreados no sopé da Serra, voltamos à estrada rumo à bela Itajaí.
Oswaldinho nos recebeu no local indicado e após os abraços tradicionais nos conduziu até sua nova morada onde descarregamos a mesa. Dona Adriana estava preparando um peixinho frito e nos brindou com um suculento naco que degustamos com enorme prazer acompanhado por uma gelada no ponto.
Nosso anfitrião disse que nos levaria em um lugar pra lá de tradicional aonde os turistas não vão. Explico: o lugar é reduto dos papa-siris e rola muito papo, um pagode e figuras do folclore local.
O tal do Mercado do Peixe é tudo aquilo que Oswaldinho relatou. Conseguimos uma mesa, aliás, coisa rara e disputada a tal da mesa, pelo menos naquele horário. Fomos muito bem atendidos e saboreamos isca de peixe, lula e várias geladas sempre no ponto.
Nosso anfitrião é hiper-conhecido e recebeu vários comprimentos dos passantes, principalmente pelo trabalho no futmesa. (Teremos surpresas por aí, aguardem!)
Acompanhou-nos na mesa também o boa-praça Wippel, funcionário aposentado do Banco do Brasil, contando histórias hilárias de diferentes épocas.
Conheci o local de trabalho do corintiano mais fanático do lugar. Até os peixes que ele vende na banca vem com o emblema do coringão.
Após muitas risadas e conhecimentos adquiridos fomos à nova sede do futmesa do Marcílio Dias. “O lugar vai ficar massa após os trabalhos que serão realizados no próximo sábado!”, palavras do Oswaldinho. Concordo plenamente.
Apareceram para bater uma bolinha conosco mestre Ivo, Serjão e Michelson. Aliás, este último tem tudo pra ser um dos melhores atletas do estado.
Bem, a bolinha rolou solta, as mesas estavam ótimas, as geladas ao lado e saí invicto da brincadeira. Pra variar, mestre Ivo soltou uma pérola alegando que amistoso não é com ele. Marrento! Mas ele pode.
Foi muito bom estar com essa turma, estou renovado! Espero fazer mais dessas. Valeu o convite Oswaldinho e muito obrigado pela acolhida.
Um beijo no coração e fiquem com DEUS.









