FUTMESA EM ALTA
| COLUNISTAS - CLAUDIO MELLO |
Olá amigos da bolinha de feltro, desejo um 2010 de muita PAZ, SAÚDE e gols de roldão.
Estou meio, por assim dizer, parado na área do futmesa. Algumas decepções, trabalho demasiado, pouco lazer e o resultado é um cansaço psicológico safado.
Vou buscando minhas alternativas pra recompor a tranquilidade: meditação (pouca), exercícios (nenhum). O jeito é deitar no sofá, assistir um filme, um joguinho, comer um monte, beber umas ou várias geladas e jogar conversa fora com a parentagem.
Acho que estou de férias. Férias de um monte de bobagens que nem vale a pena comentar.
O ano que passou foi da pesado para muitos. A gente deveria ser grato por tudo sempre, mas aprendi muitas coisas no último ano. Aliás, estou revendo muitas máximas que ouvi de meu pai e repassei para meus filhos, tais como: “Deus ajuda a quem cedo madruga!”, “O trabalho dignifica o homem!”, “O trabalho enobrece”! Sei lá! Acho que ser ético, educado, divertido, honesto é valioso por demais, mas quem trabalha não tem tempo pra ficar rico.
Bem vamos escrever sobre o futebol de mesa, que é o que interessa.
Estive pensando em pendurar a palheta. Não é de hoje que vem essa vontade. Já em 2008, lá pelo final do ano vinha sentindo um vazio no esporte. Faltava o prazer de jogar e comecei a questionar o porque deste sentimento. Falta de treinamento, descaso dos companheiros de clube em relação ao esporte e sua organização. Pensei e realizei a troca de clube sem resultado. Mudar de ares é sempre salutar.
Qual nada o bendito tesão pelo jogo sumiu e a consequência foi a desligamento mental em relação a competitividade e consequentemente a queda técnica e tática.
Senti na reunião em Caçador que deveria ser apenas um esforçado dirigente dentro do esporte e decidi entrar de cabeça no negócio.
O tempo é o melhor remédio e dar tempo ao tempo é demonstrar sabedoria, já dizia meu amado e saudoso pai Mello.
Bom, o que tudo isso tem a haver com o título? Nada ou quase nada.
O futmesa está em alta pois vejo o Cauê super empolgado e organizando o São Bento Futmesa com belos torneios. O Atlântico com sede nova e sempre inovando nas competições. O Itajaí e seu paladino Heusi encampando o esporte com grandes competições nacionais e regionais. O amigo Dalmas reforçando seu Caçador com atletas de respeito. Hoje mesmo descobri o empolgante Fábio Raposo de Joinville, aqui do lado, e seu site maravilhoso.
Pensando bem esse menino Fábio é uma inspiração para quem está meio devagar na área do futmesa. Entra lá meu amigo e curta: www.escuderias.blogspot.com
Eu me senti e vi lá pelos anos 70, me divertindo com o futebol de botão. Deu vontade de brincar de novo. Sabe, acho que o futmesa em Santa Catarina ficou meio esquisito. Bem, deve ser coisa de gente velha. Vejo que poucos querem se divertir. A maioria quer vencer a qualquer custo. Pode ser isto ou aquilo, ou tudo isso junto. Complicou? Vai pescar!
Estou meio, por assim dizer, parado na área do futmesa. Algumas decepções, trabalho demasiado, pouco lazer e o resultado é um cansaço psicológico safado.
Vou buscando minhas alternativas pra recompor a tranquilidade: meditação (pouca), exercícios (nenhum). O jeito é deitar no sofá, assistir um filme, um joguinho, comer um monte, beber umas ou várias geladas e jogar conversa fora com a parentagem.
Acho que estou de férias. Férias de um monte de bobagens que nem vale a pena comentar.
O ano que passou foi da pesado para muitos. A gente deveria ser grato por tudo sempre, mas aprendi muitas coisas no último ano. Aliás, estou revendo muitas máximas que ouvi de meu pai e repassei para meus filhos, tais como: “Deus ajuda a quem cedo madruga!”, “O trabalho dignifica o homem!”, “O trabalho enobrece”! Sei lá! Acho que ser ético, educado, divertido, honesto é valioso por demais, mas quem trabalha não tem tempo pra ficar rico.
Bem vamos escrever sobre o futebol de mesa, que é o que interessa.
Estive pensando em pendurar a palheta. Não é de hoje que vem essa vontade. Já em 2008, lá pelo final do ano vinha sentindo um vazio no esporte. Faltava o prazer de jogar e comecei a questionar o porque deste sentimento. Falta de treinamento, descaso dos companheiros de clube em relação ao esporte e sua organização. Pensei e realizei a troca de clube sem resultado. Mudar de ares é sempre salutar.
Qual nada o bendito tesão pelo jogo sumiu e a consequência foi a desligamento mental em relação a competitividade e consequentemente a queda técnica e tática.
Senti na reunião em Caçador que deveria ser apenas um esforçado dirigente dentro do esporte e decidi entrar de cabeça no negócio.
O tempo é o melhor remédio e dar tempo ao tempo é demonstrar sabedoria, já dizia meu amado e saudoso pai Mello.
Bom, o que tudo isso tem a haver com o título? Nada ou quase nada.
O futmesa está em alta pois vejo o Cauê super empolgado e organizando o São Bento Futmesa com belos torneios. O Atlântico com sede nova e sempre inovando nas competições. O Itajaí e seu paladino Heusi encampando o esporte com grandes competições nacionais e regionais. O amigo Dalmas reforçando seu Caçador com atletas de respeito. Hoje mesmo descobri o empolgante Fábio Raposo de Joinville, aqui do lado, e seu site maravilhoso.
Pensando bem esse menino Fábio é uma inspiração para quem está meio devagar na área do futmesa. Entra lá meu amigo e curta: www.escuderias.blogspot.com
Eu me senti e vi lá pelos anos 70, me divertindo com o futebol de botão. Deu vontade de brincar de novo. Sabe, acho que o futmesa em Santa Catarina ficou meio esquisito. Bem, deve ser coisa de gente velha. Vejo que poucos querem se divertir. A maioria quer vencer a qualquer custo. Pode ser isto ou aquilo, ou tudo isso junto. Complicou? Vai pescar!









